Brasília-DF,
15/OUT/2019

Quatro estreias agitam as telonas em Brasília

'Antártica por um ano', 'John Wick 3 - Parabellum', 'O sol também é uma estrela' e 'O último lance' também chegam às salas de cinema

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Correio Braziliense Publicação:17/05/2019 06:01Atualização:16/05/2019 15:22
Documentário 'Antártica por um ano' foi premiado no Festival Internacional de Cineastas de Nova York (EH! Filmes/Divulgação)
Documentário 'Antártica por um ano' foi premiado no Festival Internacional de Cineastas de Nova York

Antártica por um ano

Vencedor do prêmio de melhor produção no Festival Internacional de Cineastas de Nova York, o documentário Antártica por um ano, de Júlia Martins, chega ao circuito comercial neste fim de semana. No longa, a cineasta acompanha um grupo destacado pelo governo federal para passar um ano na Estação Antártica Comandante Ferraz, enfrentando um local isolado e inóspito. Além de falar sobre as pesquisas, o grupo destaca as dificuldades de participar dessa expedição da Marinha brasileira.

 
 

John Wick 3 — Parabellum

A trilogia estrelada por Keanu Reeves, John Wick, chega ao fim com Parabellum. Desta vez, o anti-herói assassina o chefe da máfia, Santino D’Antonio (Riccardo Scamarcio). A recompensa para quem ajudar a capturar Wick gira em torno de US$ 14 milhões, o que faz com que ele precise da ajuda de antigos parceiros. O problema é que alguns deles tornaram-se desafetos dele.
 

 
 

O sol também é uma estrela 

Baseado em livro homônimo, O sol também é uma estrela é daqueles dramas românticos que quer te levar às lágrimas de qualquer maneira. A família da jovem Natasha (Yara Shahid) está prestes a ser deportada dos EUA para a Jamaica. Ela tem menos de 12 horas na terra do Tio Sam quando conhece Daniel (Charles Melton). É claro que a cética menina que vive zombando de quem acredita no destino se apaixona de cara pelo rapaz.


 

O último lance 

Dramas densos caracterizam o cinema finlandês que chega aqui. Não é diferente com O último lance, de Klaus Haro. Aqui, Olavi (Heikki Nousiainen) passa por um drama duplo: a profissão dele (negociante de quadros) está acabando por causa das facilidades trazidas pela tecnologia e ele está rompido com a filha. A luz no fim do túnel se acende quando ele encontra o que acredita ser uma obra rara de um pintor russo, mas não tem dinheiro para comprá-la. A solução ele encontra no neto, o que acaba o reaproximando da filha.


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