Brasília-DF,
17/AGO/2019

'A espiã vermelha' conta história real da cientista e espiã Joan Stanley

Aos 80 anos, ela foi descoberta como agente da KGB, o comitê de segurança russo. Judi Dench e Sophie Cookson interpretam a personagem em diferentes fases da vida

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Correio Braziliense Publicação:17/05/2019 06:06Atualização:16/05/2019 18:45
Sophie Cookson vive Joan Stanley em A espiã vermelha
 (Nick Wall/Califórnia Filmes/Divulgação)
Sophie Cookson vive Joan Stanley em A espiã vermelha
 
Aos 80 anos muitas mulheres inspiram compaixão de quem as observa. Foi nessa idade que a cientista britânica Joan Stanley foi descoberta agente da KGB, o comitê de segurança russo, e presa. A história real de Joan serve como mote para A espiã vermelha, longa dirigido por Trevor Nunn e estrelado por Judi Dench e Sophie Cookson.

As atrizes dividem o papel da protagonista, de acordo com a fase da vida. O longa tem início ainda na década de 1930, quando a cientista era uma estudante da universidade de Cambridge e caiu de amores por Leo (Tom Hughes), um colega comunista.

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Não demorou muito para que ela fosse convocada pela KGB para atuar como espiã no Reino Unido. A destemida moça topa o desafio e acaba participando, entre outras coisas, da discussão do desenvolvimento de uma bomba atômica britânica.

A crítica internacional elogiou a consonância dos tons adotados por Judi Dench e Sophie Cookson ao viver a mesma mulher, mas não gostou do tom novelesco adotado pelo roteiro, que acaba privilegiando romances e passagens pessoais aos dilemas éticos e ideológicos de Joan Stanley.


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