Brasília-DF,
19/OUT/2019

Novas amizades surgem no filme 'Anos 90'

O filme conta sobre a adolescência de amigos, sem taxar lições de moral durante a trama. Leia a crítica!

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Ricardo Daehn Publicação:31/05/2019 06:01Atualização:30/05/2019 17:22
Temática adolescente permeia a estreia de Jonah Hill na direção (Diamond/Divulgacao)
Temática adolescente permeia a estreia de Jonah Hill na direção

O que esperar de Anos 90, longa de estreia do ator cômico Jonah Hill, conhecido pela extravagância e pela falta de freio nas piadas? Ao contar uma trama que investe na curtição, em diálogos por vezes infames e nas molecagens de quem descobre o mundo praticando skate, ele poderia pender para o cinema de Richard Linklater (Boyhood) ou para a obscura tonalidade de Larry Clark (Ken Park). A Hill serviu a conveniência do meio-termo.

"Sorrir e ser feliz" está entre os propósitos de vida de Porra-Louca (Olan Prenatt), o mais novo amigo do protagonista, o mirrado Stevie (Sunny Suljic, talentoso) que, recém-acolhido por uma patota muito mais velha, conquista o apelido de Queimadinho.

Confira as sessões

Sem saber a que mundo pertence, Stevie busca novas amizades no grupo alternativo formado por Ruben (Gio Galicia), Ray (Na-Kel Smith), Quarta-Série (Ryder McLaughlin) e Porra-Louca. É quase uma nova família, o que enlouquece a mãe do protagonista, interpretada por Katherine Waterston (Animais fantásticos e onde habitam).

Com distanciamento e concentrado no núcleo dos rapazes, o diretor não adentra com propriedade o universo das mulheres. Prevalece o registro do primeiro porre de cerveja, a primeira vez e cenas de desvios de uso de remédios contra déficit de atenção.


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