Brasília-DF,
20/NOV/2019

'Luta de Classes' trata sobre os conflitos do mundo burguês

O filme adota tom de crítica e linguagem de comédia na abordagem cinematográfica

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Ricardo Daehn Publicação:25/10/2019 06:01Atualização:24/10/2019 19:06
O pequeno Tom Lévy e Edouard Baer vivem papéis de filho e de pai, na comédia Luta de classes (A2 Filmes/Divulgação)
O pequeno Tom Lévy e Edouard Baer vivem papéis de filho e de pai, na comédia Luta de classes

A produção Luta de classes, que adota tom de crítica e linguagem de comédia, está intimamente associada ao cotidiano do diretor francês Michel Leclerc. Junto à esposa dele, que é corroteirista do filme, Baya Kasmi (ainda presente na tela, com Luta de classes, na pele de uma professora), Leclerc retoma parceria profissional que atravessou o filme Os nomes do amor (2010).

Contando com o estreante Tom Lévy no papel do pequeno e solitário Corentin, o longa trata dos conflitos de parte da burguesa, que recorre às matrículas em colégios particulares, com a finalidade de rechaçar estrangeiros, mais inseridos no cotidiano das escolas públicas. Filho de professora, Michel Leclerc defende discurso, na ficção, que inclua a fusão das individualidades dos seres humanos.

Confira as sessões disponíveis.

Luta de classes mostra uma dose de desespero do casal formado pela advogada Sofia (Leila Bekhti, de Um banho de vida) e Paul (Edouard Baer), um músico sem pingo de ambição, quando ambos começam a notar a realidade de preconceitos presentes no círculo de convivência do filho Corentin.


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