Brasília-DF,
20/SET/2021

Vinhos orgânicos e biodinâmicos são recomendados para circulação sanguínea

A denominação de orgânico vem do plantio das uvas, sem agrotóxicos, e do controle das pragas das vinícolas, sem agentes químicos ou pesticidas

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Publicação:04/10/2013 06:08Atualização:03/10/2013 13:31

José Filho, gerente da enoteca Decanter: métodos alternativos de controle de pragas ( Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
José Filho, gerente da enoteca Decanter: métodos alternativos de controle de pragas

Entre os vinhos, que ajudam na circulação sanguínea, existe uma modalidade ainda mais recomendável: os orgânicos e biodinâmicos. José Filho, sommelier e gerente da enoteca Decanter, explica que os vinhos orgânicos são comuns. “Muitos produtores na França e Itália têm produção orgânica, porém, por conta da legislação vigente no Brasil, preferem não colocar o selo, pois teriam custos de, por exemplo, levar um técnico para conferir”, explica.

A denominação de orgânico vem do plantio das uvas, sem agrotóxicos, e do controle das pragas das vinícolas, sem agentes químicos ou pesticidas. Com isso, a produção tende a diminuir. “Isso torna os vinhos mais raros e caros”, avalia José.

Sem agressão ao meio ambiente


Também é o caso dos vinhos biodinâmicos, que são elaborados dentro dos princípios das teorias biodinâmicas, iniciadas pelo pensador austríaco Rudolf Steiner (1861-1925). Ele defendia o cultivo das uvas que não agrida o meio ambiente.

As práticas empregadas podem ser curiosas. “Na região da Toscana, a vinícola Saldera contrata uma pessoa para montar ninhos de passarinho perto das vinhas, para que eles façam o controle dos insetos”, conta José Filho.

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