Brasília-DF,
21/OUT/2018

Empório Árabe comemora oito anos de muito sucesso e dedicação aos pratos

A casa se especializou em unir a culinária, cultura e música, com direito a dança do ventre

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Liana Sabo Publicação:04/10/2013 06:11Atualização:03/10/2013 13:34

Com uma festa no Clube de Engenharia, Lidia Nasser comemora o 8º aniversário do Empório Árabe (Daniel Ferreira/CB/D.A Press)
Com uma festa no Clube de Engenharia, Lidia Nasser comemora o 8º aniversário do Empório Árabe

No livro bíblico Atos dos Apóstolos, capítulo 16, há uma personagem chamada Lidia, vendedora de púrpura da cidade de Tiatira, que encontrou Paulo e Silas na Macedônia. Teria sido ela a primeira gentia a se converter na Europa e também a primeira mulher de negócios cristã a abrir a casa para os seguidores de Jesus.


Inspirados nessa história, a mineira Cleuda Cambuy Perides e o paulista Miguel Perides Nasser deram o nome de Lidia à segunda filha, hoje de 24 anos, que toca o Empório Árabe, um oásis de bons sabores instalado no térreo do edifício Villa Mall, na Avenida Castanheiras, em Águas Claras. “Lá, eu não vendo púrpura, vendo quibe e esfiha”, brinca a brasiliense Lidia Nasser, que deixou de estudar para trabalhar no negócio da família, aberto há oito anos, inicialmente em Taguatinga .

Aniversário


Cinco anos mais tarde, o Empório Árabe foi transferido para o endereço que ocupa até hoje, só que se limitava a uma lojinha de 60 lugares. Foi com trabalho e dedicação, lembra a jovem empresária que sabe tanto administrar as contas quanto preparar os pratos, que a casa cresceu e dispõe de 220 lugares. Ainda insuficiente para abrigar a noite árabe com danças típicas, na primeira sexta-feira de cada mês.


“Nesta sexta, as reservas já estão esgotadas, mas, para sábado, ainda há vagas”, informa a festeira chef, que comemora neste sábado (5/10), no Clube de Engenharia (ao lado do Porcão), o oitavo aniversário de seu restaurante com brindes do espumante Gran Legado.

Feito à mão


Chama-se “rafla” a festa que reúne a culinária, a cultura e a música árabe, com direito a dança do ventre. No bufê, são oferecidas as porções de baba ganouche, homus, coalhada seca, falafel, tabule, conserva de berinjela, cafta, esfiha, chancliche, carneiro e muito quibe, que é feito artesanalmente.


“Nem no Líbano se faz mais quibe assim: modelado na mão, um a um”, explica Lidia, que todos os anos visita a pátria dos avós, de onde vem carregada até de púrpuras, como tecidos de cortinas e de almofadas que ornamentam o restaurante, num projeto da arquiteta Tatiana Nasser, irmã de Lidia.

Parece um turbante

 

A saudação “salam maleicon” é para os patrícios que vão se abastecer no empório, onde há desde o zaatar (tempero de ervas) até água de rosas; da folha de uva ao azeite libanês; do arak (destilado de anis) aos doces árabes, que vêm de São Paulo. Na cozinha, os pratos mais pedidos são ossobuco de carneiro (R$ 35,90) e lahamun de frango (ave grelhada ao molho de damasco acompanhado de arroz com lentilha, cebola frita, azeitona preta e conserva de berinjela) por R$ 29,80, além do carneiro marroquino por R$ 35,80.

 

Uma criação libanesa é o prato semelhante a um turbante feito de uma delicada massa folhada que encerra lascas de carneiro, arroz escuro, uva passas e nozes, por R$ 38,50. Apreciadora de vinhos, Lidia encomendou à Art du Vin a elaboração da carta que oferece algumas raridades como o elegante e equilibrado tinto tunisiano Chateau Mornag (R$ 69), ideal para acompanhar o turbante. Telefone 3436-0063.

 

COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva dos autores.
joão Paulo 04 de Outubro às 18:38

Uau! Mais um restaurante que visitei e fiquei frustrado. Garçons mal educados, comida sem gosto e preço nada justo. Também não indico!!!

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