Brasília-DF,
22/SET/2021

Manga compõe receitas de entrada, pratos principais e sobremesa no Ilê

O cliente pode escolher como entrada a carne louca, lagarto desfiado com uva passa coberto por cubos de manga e servido com blinis de beiju

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Mariana Vieira - Especial para o Correio Rebeca Oliveira Vinicius Nader Publicação:08/11/2013 06:11

Paulo Maurício, do Ilê, combina manga e lagarto na entrada carne louca (Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Paulo Maurício, do Ilê, combina manga e lagarto na entrada carne louca
A versatilidade da manga dá as cartas no restaurante Ilê. Ela compõe receitas de entrada, pratos principais e sobremesa. “O uso da fruta em comidas salgadas e em doces é apreciado por muita gente. Combina muito com carnes mais suaves, como peixes e frutos do mar, mas também fica boa com algumas carnes vermelhas”, afirma o chef e proprietário da casa, Paulo Maurício. As lembranças dele do uso culinário da manga vêm desde a infância, no Rio de Janeiro, quando ele ajudava a mãe a fazer sorvete da fruta.

 

No cardápio do Ilê, o cliente pode escolher como entrada a carne louca (R$ 25), lagarto desfiado com uva passa coberto por cubos de manga e servido com blinis de beiju. “A manga confere ao prato, além de um sabor especial, um colorido bem alegre, dá vida à entrada”, comenta Paulo Maurício.

 

Para o prato principal, os amantes da fruta podem optar entre o filé de peixe com legumes e uma rodela de manga grelhada (R$ 45) e camarão ao chutney de manga com arroz de shitake (R$ 45), prato que figura no cardápio desde a inauguração da casa, há sete anos.

 

Paulo ensina que, para essas receitas, a manga mais indicada é a tommy, pois não tem fiapo e é mais firme do que as outras espécies. “A tommy permite que eu brinque mais com o ingrediente, porque ela costuma ser mais consistente do que as outras”, explica.

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