Brasília-DF,
18/SET/2021

Correio indica: confira o especial de adegas e os vinhos servido na cidade

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Renata Rios Publicação:15/05/2015 06:12Atualização:15/05/2015 11:52
Adega do Restaurante DOC Food & Wine (Clausem Bonifácio/Divulgação)
Adega do Restaurante DOC Food & Wine

Em alguns restaurantes de Brasília, as adegas e os vinhos servidos chamam tanto a atenção quanto o cardápio da casa. O Divirta-se Mais seleciona cinco endereços onde o local destinado à bebida de Baco é tão valorizado quanto o que sai da cozinha. Em comum, os estabelecimentos privilegiam regiões produtoras de todo o mundo, além da fusão entre castas clássicas e outras não tão conhecidas. Além disso, a adega se incorpora ao projeto arquitetônico e torna-se um elemento visual essencial ao conceito do local.

Dom Francisco
O restaurante Dom Francisco (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Conjunto 31, Asbac; telefone 3224-8429), comandado pelo chef Francisco Ansiliero, é referência também no quesito adega. Não raramente, a casa e o sommelier Leonildo Santana são premiados. No mês passado, veio o Grande Prêmio de Excelência no Melhores do Vinho. A adega, uma das maiores da capital, agrega 1.500 rótulos. Harmonização certeira é a que reúne dois clássicos - a picanha na brasa (R$ 120- para duas pessoas - sem acompanhamentos) e o cabernet sauvignon Pascual Toso Reserve 2012 (R$ 104,35). A casa abre de segunda a quinta, das 12h à 0h; sexta e sábado, das 12h à 1h; e domingo, das 12h às 17h.

DOC Food & Wine
O cardápio do DOC Food & Wine (SHIS QI 21, bloco B, edifício Vitrine 21, Lago Sul; telefone 2196-4263) nasceu voltado aos vinhos (o nome da casa remete à certificação dada a rótulos de origem controlada), e a adega, que fica no mesmo ambiente do restaurante, evidencia essa predileção. Recentemente, foram incorporados novos pratos ao menu, criações do chef José Maria. Destaque para a receita de saltimboca de filé-mignon com presunto de parma e ratatouille (R$ 75). Para o sommelier Julio César, a melhor combinação da iguaria é com o malbec Gran Lorca Poético. A garrafa custa R$ 124, no restaurante, e o cliente pode levá-la para casa por preço menor: R$ 105. Antes de ir embora, não deixe de provar o jojo de doce de leite com sorvete de tapioca (R$ 29). O restaurante funciona de segunda a sábado, das 12 à 0h.

Bottarga Ristorante
No Bottarga Ristorante (SHIS QI 5, Bloco D, loja 101/108, Lago Sul; telefone 3248-4828), o casamento entre vinhos e as receitas da casa é celebrado a ponto de, com muita frequência, a bebida de Baco ir às panelas e compor os preparos, principalmente molhos. Caso do medalhão de filé-mignon com macadâmia caramelada escoltado por risoto de queijo brie e redução de malbec (R$ 76). Nas taças, boa pedida é o cabernet sauvignon Lazuli (R$ 212), com tanino suficiente para a explosão de sabores do filé e do brie, queijo de gosto marcante. Quem indica é o sommelier Valdinar Nascimento, que tem 24 anos na área e é responsável pela adega que reúne 180 rótulos do Velho e do Novo Mundo. O Bottarga funciona de segunda a sexta, das 12h às 15h, e das 19h à 0h; sexta e sábado, das 12h às 15h, e das 19h30 à 1h; e domingo, das 12h30 às 17h.

Grand Cru

A Grand Cru é uma das maiores importadoras de vinho no Brasil e tem 36 endereços por todo o país. Em Brasília, há unidades na 412 Sul (Bloco B, loja 3; telefone 3541-6991) e no Lago Sul (QI 9, conjunto L, loja 6; telefone 3368-6868), que também funcionam como bistrô. Proprietário e sommelier, Fernando Rodrigues recomenda a combinação entre o polvo mediterrâneo, com azeitonas, pimentões, cogumelos, alcaparra, tomate-cereja e batatas no azeite (R$ 80) e o Carracedo 2008 (R$ 199), vinho tinto espanhol da pouco conhecida uva mencia. "É uma uva específica da região da Galícia e o polvo é bastante comum por lá", explica. A unidade do Lago Sul, onde é possível provar a dupla sugerida por Rodrigues, funciona segunda, das 12h à 1h; e de terça a sábado, das 9h às 2h. A da Asa Sul abre de segunda a sábado, das 10h às 22h.

Manzuá

A carta de vinhos do Manzuá (SHIS QI 10, Pontão do Lago Sul; telefone 3364-6090) se sobressai pela imponência: são 1.700 garrafas, como o italiano Centine Bianco (R$ 150 - castas sauvignon blanc, chardonnay, pinot blanco) e o francês Chablis Oliver Leflaive (R$ 270 - chardonnay). São as recomendações do sommelier Lucicreudo Eugênio para pratos que levam peixes e frutos do mar. As bebidas vão bem com uma das 15 moquecas servidas no local, como a de filé de badejo com camarões (R$ 140). O restaurante funciona de segunda a quinta, das 12h à 0h; sexta e sábado, das 12h à 1h; e domingo, das 12h às 23h.

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