Brasília-DF,
20/JUL/2018

Castanhas dão sabor extra aos pratos servidos em Brasília

Essas oleaginosas podem até ser pequenas no tamanho, mas são grandiosas no quesito sabor!

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Rebeca Oliveira Renata Rios Publicação:18/09/2015 06:00Atualização:17/09/2015 14:33

Molho pesto com castanha do pará (Oswaldo Reis/Esp. CB/D.A Press)
Molho pesto com castanha do pará
 

Pequenas em tamanho, as oleaginosas têm muito a oferecer à gastronomia brasileira. Os itens aparecem em cardápios de toda sorte de restaurantes da cidade.


Referência na confeitaria brasiliense, Daniel Briand não vive sem castanhas, amêndoas e nozes a seu redor. Sem elas, não existiriam delícias como o crème brûlée de avelãs.


“Não há confeitaria francesa sem castanhas, nozes, pistache, avelãs”, observa o chef confeiteiro. Segundo o francês, o brasiliense poderia explorar mais frutas oleaginosas locais pouco conhecidas, como as nutritivas castanhas de baru.


[COMPARACAO1]“Por mim, eu incluiria esse sabor no menu. Mas o público vem com sede de clássicos franceses e não posso decepcioná-lo”, explica Briand. Outras casas se abrem a experimentalismos. É o caso do Café com sorvete, que mistura o contraste dos gelatos e sorbets à bebida de cor negra, a número um em preferência pelo brasileiro.


No cardápio, o proprietário Hugo Martins brinca com sabores de castanhas típicas do cerrado, como a de baru, além das castanhas-do-brasil e castanhas-de-caju, comuns ao paladar brasileiro. “Conheci esses sabores porque, quando começamos a funcionar, fiz uma parceria com os produtores da nata do cerrado, especializados em sabores locais. Eu crio meus próprios sorvetes, mas não me esqueci das frutas e das castanhas locais, que diferenciam o meu produto”, explica.

 

 

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