Brasília-DF,
26/JUN/2019

Saiba onde degustar diferentes pratos feitos com peixe de água doce

Favas Contadas: conheça restaurantes aos arredores de Brasília que trazem diferentes preparos feitos a partir de peixe criados em água doce

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Liana Sabo Publicação:01/07/2016 07:00Atualização:30/06/2016 18:28

 (Liana Sabo/CB/D.A Press)
 

 

 

Onde mora o peixe vivo


Distante apenas 13 quilômetros da Rodoviária do Plano Piloto, há um oásis, na confluência dos arroios Vicente Pires e Águas Claras, com dois hectares em forma de triângulo, e nascente própria que forma bonito lago destinado ao cultivo de peixe de água doce. São espécies de tilápia, pacu, tambaqui, caranha, matrinchã, tambaqui e até tucanaré.


Há dois meses, o gaúcho de Estrela, Fernando de Mello Chaves, de 58 anos, formado em turismo e marketing na Espanha e residente no Plano Piloto desde 2001, arrendou em parceria com um sócio o lugar para explorar as atrações. A chácara de número 56, que se chama Verde Perto, agora virou Pesqueiro & Restaurante EPTG. Tem uma boa cozinha, comida simples e com sabor.

Variações


No cardápio, predomina a tilápia, que pode vir filetada e frita (R$ 24,90, a porção) e assada inteira, acompanhada de arroz e vinagrete por R$ 59,90 (serve duas pessoas). Outro peixe assado inteiro é o pacu por R$ 67, também para duas pessoas. Feijão tropeiro, pirão do caldo do peixe e farofa de bacon, além de salada, são acompanhamentos pedidos à parte.


O destaque do cardápio que envolve preparação mais demorada é a moqueca de surubim servida escaldante em panela de barro com camarão. Do combo fazem parte arroz, pirão, salada e pão por R$ 162, para quatro pessoas.
Quem não ama peixe ou tem intolerância ao pescado, poderá optar pela carne de sol, picanha ou frango a passarinho. Há pratos de diversos tamanhos: petiscos, médios e grandes, como a posta de pintado especial que vem com acompanhamentos por R$ 110. “Abrimos de quarta a domingo para almoço, happy hour e jantar até as 23h”, informa Fernando, que sugere “fazer reserva quando vier em grupo”. Mais informações: pesqueiroeptg.com.br ou telefones 3546-8090 e 98555-0579.

Confraria amiga


No cardápio, predomina a tilápia, que pode vir filetada e frita (R$ 24,90, a porção) e assada inteira, acompanhada de arroz e vinagrete por R$ 59,90 (serve duas pessoas). Outro peixe assado inteiro é o pacu por R$ 67, também para duas pessoas. Feijão tropeiro, pirão do caldo do peixe e farofa de bacon, além de salada, são acompanhamentos pedidos à parte.


O destaque do cardápio que envolve preparação mais demorada é a moqueca de surubim servida escaldante em panela de barro com camarão. Do combo fazem parte arroz, pirão, salada e pão por R$ 162, para quatro pessoas.

Quem não ama peixe ou tem intolerância ao pescado, poderá optar pela carne de sol, picanha ou frango a passarinho. Há pratos de diversos tamanhos: petiscos, médios e grandes, como a posta de pintado especial que vem com acompanhamentos por R$ 110. “Abrimos de quarta a domingo para almoço, happy hour e jantar até as 23h”, informa Fernando, que sugere “fazer reserva quando vier em grupo”. Mais informações: pesqueiroeptg.com.br ou telefones 3546-8090 e 98555-0579.

O retorno de um ícone

 (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)

Quem não se entusiasmou, dançou ou cantarolou com a salsa, o ritmo de Cuba, que invadiu a cidade no apagar das luzes do século passado? O Caribeño, que durou 15 anos, começou no Clube do Congresso, passou para a Asbac e encerrou atividades no Clube Nipo-Brasileiro. Agora está de volta com toda a força para se tornar “o point de estrangeiros e brasileiros amantes dos ritmos e da cultura latino-americana e caribenha”, destaca Eduardo Santacruz, fundador da grife.

 

O Caribeño abre as portas hoje no Bloco A da 413 Sul (onde funcionou o Poizé) com uma pegada peruana. Nas caçarolas, o chef Roberto Ala, que veio de Lima há poucos meses trazido por Marcos Espinoza para integrar a brigada do Taypá, no Lago Sul.

Hora feliz


Assim, o menu não poderia ser outro senão o ceviche clássico e incrementado, servido frio e quente ao lado de outras preparações “que aproveitam receitas brasileiras mescladas com pratos peruanos”, adiantou o chef. Hoje e amanhã, a partir das 17h, começa “La hora feliz”, um happy hour com drinques em dose dupla preparados pelo bartender Wily Carrión, oferecidos por conta da casa, e degustação de ceviches.


Quintal Arquitetura assina o projeto, que conta com dois ambientes: o térreo onde funciona o gastrobar e o mezanino climatizado, para bailar, como dizem os latinos. Telefone: 3551-1051

O bom uísque

 (Chivas/Divulgação)

Em que pese o fato de Recife registrar o maior consumo per capita de uísque do mundo, o índice de consumo no Brasil ainda é baixíssimo se comparado com os grandes consumidores. Na capital pernambucana, o uso da bebida é sinal de status e lá, bebe-se uísque até na praia... com água de coco.


Na América Latina, o Brasil é um dos lugares onde há grande potencial para crescer, daí o interesse da indústria em conquistar o mercado. Exemplo disso é a visita a Brasília do embaixador da Chivas Regal, Eduardo Rotella, que estará presente no jantar especial que o restaurante Rubaiyat promove quinta-feira em parceria com a marca escocesa.
O jantar começa com steak tartar com sorbet de Chivas 18 anos — um blend que acompanhará todos os demais pratos. Aí você poderá escolher entre codorna ao molho de uísque com couve e cebola glaceadas ou contrafilé Brangus com purê de batata ao molho de uísque e cacau. Na sobremesa, uma interpretação do whisky sour passion com creme de maracujá e sorbê de uísque. Sai por R$ 135. Telefone: 3443-5000.

Sabor julino

 (Felipe Bastos/Divulgação)

Receitas juninas são, sim, convencionais. Afinal, todos os anos celebram-se os santos, mas pode-se dar roupagem nova aos sabores que chegam até julho. Como fez Denise Odermatt, que recheou o finíssimo bombom de tradição suíça e chocolate belga com o gosto da festa brasileira: amendoim, coco, milho, pequi, pinga e até baru. Na Stans (407 Sul), por R$ 3,80 a unidade. Telefone: 3443-0199.

Temporada tchê


Tão bom quanto o churrasco e o chimarrão é o espumante gaúcho, que não para de ganhar prêmios nos salões do mundo. Quatro vinícolas — Valduga, Garibaldi, Monte Paschoal e Salton — entre as que mais se destacam na produção das irresistíveis borbulhas vão compartilhar a praça do vinho, uma das atrações da 24ª Expotchê, que abre hoje no Parque da Cidade e vai até o dia 10 de julho.


Você vai poder degustar a bebida servida em taças e levar para casa a garrafa, assim como queijos, salames, sucos e chocolates produzidos no Rio Grande do Sul. O evento, que tem uma forte pegada musical, propõe este ano café em creme, que pode ser quente ou gelado, como se fosse um capuccino, só menos doce. De nome Caramello, a bebida estreante vem do Espírito Santo.

 (Expotchê/Divulgação)

Paleta de cordeiro


Não faltará ainda o rodízio completo de vários cortes de carne assados na brasa que podem ser acompanhados de pratos quentes, como arroz carreteiro com linguiça defumada e feijão tropeiro, além do bufê de saladas. Segundo o gaúcho Valmir Biberg, que comanda a churrascaria, num espaço de 250 lugares, a atração da casa é a paleta de carneiro, criado nos pampas, e servido com geleia de menta, uma delícia!


Pequenos produtores rurais vindos de 23 municípios vão trazer embutidos artesanais, como copa, morcilha, linguiça, cachaça, grappa, licores, conservas salgadas e compotas de doces, além de frutas cristalizadas, rapadura, melado, amendoim e caldo de cana.

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