Brasília-DF,
11/DEZ/2017

Restaurantes originais de outras cidades chegam a Brasília

O potencial econômico e gastronômico da região traz franquias, grupos e restaurantes de fora ao Distrito Federal

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Rebeca Oliveira Renata Rios Publicação:15/09/2017 06:00Atualização:15/09/2017 10:36
Um pouco de cada estado, ingredientes do país todo aparecem em pratos na cidade (Divino Fogao/Divulgacao)
Um pouco de cada estado, ingredientes do país todo aparecem em pratos na cidade

Uma cena tem se repetido com frequência nos últimos dois anos. Grandes redes de restaurantes “estrangeiros” têm se rendido aos encantos do potencial gastronômico do Distrito Federal (o terceiro maior do Brasil, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) e feito da capital do país um lar.
 
Casos recentes foram o Paris 6, de São Paulo, e que instalou a primeira unidade no shopping ID, mesmo local onde também fica uma das lojas do curitibano Madero. Ambos foram fenômenos de filas nas primeiras semanas de funcionamento.
 
O fato não é isolado. Se repetiu no bar moderninho Cão Véio. Muitos clientes ainda não conseguiram visitar a casa onde o chef-celebridade Henrique Fogaça é um dos sócios por conta da intensa demanda. A espera chega a duas horas em dias de pico de movimento.
 
Há glutões bairristas que torcem o nariz com essas e outras novidades. Preferem investir o tempo e dinheiro em estabelecimentos “nascidos e criados” na cidade como uma forma de incentivar os empreendedores locais. Quem conhece os endereços depois de viajar para outras capitais parece não ligar para isso. Para dar sentido de pertencimento, os chefs usam produtos feitos na capital.
 
No Gero, por exemplo, todos os hortifrutis são comprados na Ceasa e de agricultores locais. O pub de Fogaça também serve cerveja artesanal da Máfia Beer. E o Madero, para prestigiar os fiéis clientes brasilienses, escolheu a cidade para um novo projeto.
 
Depois de Curitiba, sede da marca, Brasília foi eleita para receber a Hamburgueria Jerônimo, que deve gerar filas pela proposta de servir hambúrguer premium com tíquete médio de R$ 30. É o ciclo virtuoso se renovando e garantindo o fôlego das caçarolas da cidade —  mesmo que elas tenham irmãos mais velhos em outros estados.
 
Bufê do Divino Fogão preza por preparos %u201Cafetivos%u201D
 (Divino Fogao/Divulgacao)
Bufê do Divino Fogão preza por preparos %u201Cafetivos%u201D
 

Comida da fazenda

Em 1984, quando o Divino Fogão foi inaugurado, pareceu prever uma tendência que anos depois voltaria aos holofotes: a comida afetiva. A casa serve preparos simples, comuns nas mesas do brasileiro e que formam a nossa identidade gastronômica. A ideia funcionou. Atualmente a casa conta com 10 lojas no Distrito Federal e 190 por todo o país.
 
O modelo adotado é o bufê a quilo (a partir de R$ 48,90) e o preparo mais cobiçado pelos comensais é o brasileiríssimo arroz com feijão. “O arroz com feijão é, sem dúvida, o carro-chefe da rede. Além da tradicional feijoada, há quem busque pratos típicos da fazenda, como torresmo, linguiça e mandioca; outros preferem uma alimentação equilibrada”, diz Reinaldo Varela, presidente e fundador do Divino Fogão. Ele garante que a variedade do local é surpreendente e que a casa agrada a todos os gostos.
 
Mas para quem conhece a fundo a comida da fazenda, os doces não podem ficar de fora. “Outra atração do bufê do Divino são as sobremesas produzidas pela rede, como bolos diversos, pudim de tapioca, sagu com calda de vinho tinto, torta de banana-da-terra e geladinho de coco”, sugere.
 
 Almoço no Cão Véio tem sugestões delicadas, como o risoto com camarão e alho-poró (Rebeca Oliveira/CB/D.A Press)
Almoço no Cão Véio tem sugestões delicadas, como o risoto com camarão e alho-poró
 

Fidelidade até o osso 

O sucesso do cão véio, em grande parte, se justifica pela popularidade de um dos sócios. Chef e músico, Henrique Fogaça tornou-se uma celebridade desde que passou a integrar o corpo de jurados da versão brasileira do reality show MasterChef, com grande apelo midiático. Bastou surgirem as primeiras notícias de que a marca viria para a cidade para o frenesi em torno do gastrobar começar.
 
Nos primeiros dias após a abertura, a espera ultrapassava duas horas. Uma das maneiras de amortecer essa procura foi alargar o horário de funcionamento. Desde o fim de agosto, a casa abre também para almoço. 
 
De segunda a sexta, pratos exclusivos para o período engrossam o menu em que hambúrgueres, petiscos, drinques e cervejas dão o tom no período da noite, quando o rock n’roll e o clima de pub prevalecem. “Começamos a abrir durante o dia para alcançar uma parcela da população que não gosta de sair à noite”, conta Guilherme Lavoratti, um dos sócios brasilienses.
 
De dia, aparecem sugestões diversas, que vão da picante Costela do cão (costela suína marinada na cachaça e mel, assada lentamente, servida com pimenta de maracujá, farofa de milho, rúcula, tomate confitado e mandioca cremosa, por R$ 38) ao delicado Cão marinho (R$ 41), nome dado ao risoto com arroz arbóreo, queijo tipo parmesão, camarão e lascas crocantes de alho-poró. 
 
Por mais R$ 9, o valor dá direto a entrada e sobremesa. As sugestões, neste caso, são sazonais. Um exemplo são creme de cebola e a cheesecake com calda de goiabada, respectivamente.
 
Bruno Gagliasso é uma das personalidades homenageadas com prato no Paris 6 (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Bruno Gagliasso é uma das personalidades homenageadas com prato no Paris 6
 

Paris é aqui! 

Com 750m² e capacidade para 210 pessoas, o Paris 6 desembarcou em Brasília em agosto. Assim como o Cão Véio, chegou rodeado de expectativa. O bistrô criado por Isaac Azac em um bairro nobre de São Paulo repete o modelo na capital. Tem decoração inspirada na França dos anos 1920 e as receitas batizadas com nomes de personalidades da arte, cultura e esporte brasileiros.
 
O ator Bruno Gagliasso é um deles. Paga-se R$ 87 para degustar a receita criada em menção ao ator, que consiste em trio de camarões-rosa grelhados sobre arroz provençal com champignons, tomate concassê e redução de manteiga ao vinho branco. Ele foi o primeiro a receber tal homenagem, o que acabou se revelando uma saborosa estratégia de marketing.
 
Outro gatilho para o reconhecimento nacional é o famoso grand gâteau, sobremesa que tem um bolinho de chocolate na base e recheio de incontáveis combinações, geralmente finalizadas com um picolé artesanal. Isaac tratou de patenteá-lo, devido à infinidade de genéricos que começaram a surgir.
 
A influenciadora digital Manu Trindade (R$ 39) se transforma em um grand gâteau de chocolate levado ao forno com mescla de pó de café, em seguida coberto com cheesecake de doce de leite, calda de Nutella com doce de leite e toque de leite condensado.
 
Com apenas uma opção de prato, o L%u2019Entrecôte de Paris conquistou os brasilienses (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Com apenas uma opção de prato, o L%u2019Entrecôte de Paris conquistou os brasilienses
 

Modelo rentável 

Desde o dia 4 de março de 2013 os brasilienses foram introduzidos ao modelo adotado pelo L’Entrecôte de Paris. A proposta é simples: há apenas uma opção de prato principal. Já nas sobremesas, a franquia brasiliense inova e já até criou receitas que atualmente estão inclusas em outros menus da franquia.
 
“Tive a primeira franquia da marca. Atualmente a 10ª unidade está para ser aberta em São Paulo”, garante o proprietário da unidade em Brasília, Fernando Coelho.
 
Ao chegar, o cliente é questionado sobre o ponto da carne e o tamanho do prato, que pode ter entre 100g (infantil, R$ 44) e 220g (spéciale, R$ 69). A refeição começa com uma salada de folhas leve e temperada com um molho à base de iogurte e mostarda dijon. Na sequência, carne regada com molho especial e batatas fritas à vontade.
 
Para finalizar, a estrela do cardápio é o surprise de chocolate (R$ 24,40). “É uma esfera de chocolate que tem morangos e sorvete de creme no interior. Colocamos, então, a calda quente e a esfera derrete”, descreve.
 
 A bloomin%u2019onion é um preparo que acompanha o Outback desde o princípio
 (Outback/Divulgação )
A bloomin%u2019onion é um preparo que acompanha o Outback desde o princípio
 

Exemplo de sucesso

O outback steakhouse é um exemplo de sucesso que arrebatou a capital. A casa abriu há mais de 10 anos na cidade e o happy hour do local faz parte da rotina do brasiliense. “O Outback Steakhouse inaugurou o primeiro restaurante em Brasília em 2004 no ParkShopping e, desde então, conquistou os brasilienses, que abraçaram a marca”, reafirma André Gomes, sócio regional da casa.
 
Entre as fórmulas escolhidas pela marca, Gomes destaca que não se trabalha com franquias do Outback e sim com sócios-proprietários. “Atualmente, em torno de 75% dos sócios começaram dentro do restaurante, na cozinha ou no salão. Essa evolução faz parte do plano de carreira da empresa”, destaca. Ele ainda revela que no Brasil a marca acumula 87 unidades. Na capital, são cinco lojas.
 
Entre os favoritos do público, a Bloomin’Onion (R$ 45) é um ícone. A cebola empanada está no cardápio desde a inauguração do restaurante nos EUA, em 1988 e chegou ao Brasil em 1997. “O formato é inspirado na flor australiana waratah waratah, que geralmente tem cores avermelhadas, cerca de 10cm de diâmetro e floresce na Austrália entre os meses de setembro e novembro”, explica.
 
O  Abbraccio Cucina Italiana serve clássicos italianos com pegada moderna (Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)
O Abbraccio Cucina Italiana serve clássicos italianos com pegada moderna
 

Itália contemporânea

Não tão antiga na capital, o Abbraccio Cucina Italiana também veio para Brasília em busca da receptividade do público. Ele chegou ano passado e o investimento deu resultado: “O brasiliense recebeu muito bem a nova casa, e tem sido um sucesso desde a abertura”, afirma o sócio-proprietário Jefferson Nunes de Albuquerque. Atualmente a casa tem 11 unidades no Brasil, duas delas em Brasília.
 
“A casa traz receitas consagradas da culinária italiana que unem tradição e modernidade em releituras de clássicos com um toque contemporâneo”, explica o sócio. Para quem busca um clima descontraído, a aposta pode ser na tábua de frios, que serve como um couvert.
 
“De entrada temos o Arancini (R$ 31,50), bolinho empanado de risoto com linguiça tipo italiana e pimentões, servido com o clássico molho marinara da casa”, sugere.
 
Entre as opções de sobremesas, destacam-se o crostata di banana (R$ 29,50) e o crema di nocciole (R$ 29,50) — uma massa folhada recheada com uma deliciosa combinação de bananas e creme de avelãs, servida com sorvete de creme e calda de chocolate. Para quem prefere os clássicos, é difícil errar com o tiramisu (R$ 28,50).
 
Hambúrgueres são preferência do público que frequenta o Madero (Nilo Biazetto/Divulgação)
Hambúrgueres são preferência do público que frequenta o Madero
 

Em plena expansão

Em pouco mais de dois anos, o Madero abriu quatro unidades em Brasília (uma delas, um contêiner em Águas Claras) e está prestes a inaugurar outras duas. A novata funcionará no Pier 21 e ficará ao lado da Hamburgueria Jerônimo, novo projeto do cri
ador da marca, o chef Junior Durski. A inauguração está prevista para novembro.
 
“Ela será focada no cheeseburguer, com cardápio parecido ao do contêiner. É uma pegada rápida e casual, ou fast casual”, adianta Rafael Mello, diretor de operações da rede. Será a segunda loja do Jerônimo. A outra fica em Curitiba, onde a rede foi fundada.
 
Por enquanto, o público pode continuar apreciando um queridinho do menu com variações. O cheeseburguer da casa se autointitula o melhor do mundo e vem em pão de tipo francês de fabricação artesanal com disco de carne fruto de um blend de fraldinha e picanha.
 
Com 10 fatias de bacon e acompanhado de fritas, o Super Bacon sai a R$ 49, nas lojas dos shoppings, ou R$ 38, no contêiner. Antes, vale experimentar o palmito assado na brasa finalizado com manteiga e flor de sal, a R$ 39. Ao final, prove o petit gâteau de doce de leite, sobremesa que custa R$ 28.
 
Parrilla à vista do cliente e cortes exclusivos rendem bom movimento no Pobre Juan (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Parrilla à vista do cliente e cortes exclusivos rendem bom movimento no Pobre Juan
 

Perto da brasa 

Assim como o gero, o Pobre Juan instalou-se na capital há sete anos. O conceito argentino de assar carnes e o gado britânico garantem maciez e marmoreio nos cortes, bastante procurados por executivos e pessoas que conhecem a marca de outras praças. A parceria com a importadora Prime Cater, que exporta raças de todos os quatro cantos do mundo (sobretudo do Uruguai), e a consultoria do expert Marcelo Shimbo permite que o endereço trabalhe com cortes exclusivos. Um deles leva o nome do restaurante.
 
O Bife Pobre Juan é extraído da parte externa que reveste o bife ancho. “É um corte marcante”, elogia o gerente Rodrigo Figueiredo. O prato custa R$ 112,90, com 370g, ou R$ 94,90, com 270g.
 
Os acompanhamentos são vendidos à parte. Tem boa recepção a farofa de mandioca tostada com ovos e cebolinha (R$ 26,90); as batatas sufladas, cortadas em formato oval e fritas em duas temperaturas diferentes para estufar (R$ 27,90) e o arroz biro-biro (R$ 27,90), um misto de arroz, linguiça, cebola, salsinha, ovos picados e batata palha. São costumeiros acompanhamentos para carnes assadas na parrilla, colocadas em espaço à vista do cliente.
 
Montagem do prato agnollotti de brasato faz homenagem à Catedral de Brasília
 (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Montagem do prato agnollotti de brasato faz homenagem à Catedral de Brasília
 

Referência em atendimento

Versão descomplicada do italiano Fasano, ícone luxuoso em São Paulo, o Gero não fez feio frente ao irmão mais velho. Com menos pompa, mas receitas igualmente pautadas pelos clássicos do país da Bota, o estabelecimento teve boa acolhida em solo paulista, onde foi premiado por diversas vezes. O fato se repetiu em Brasília.
 
Na terra da garoa, ele existe há mais de 20 anos. Aqui, há quase sete. A longevidade é garantida por uma premissa simples: cozinha italiana bem executada e atendimento afinado no salão. A fórmula garantiu à filial brasiliense importantes menções honrosas. 
 
Atento ao frescor e sazonalidade dos ingredientes, o chef Ronny Peterson se adaptou ao público local e passou a servir porções mais generosas. “A maior dificuldade em relação ao público de São Paulo foi o tamanho dos pratos”, relembra.
 
A vocação natural para os insumos da época é uma herança da cozinha europeia em que o Gero está baseado. Uma das sugestões recai sobre o agnollotti de brasato (R$ 92). Com montagem que lembra a Catedral de Brasília, a massa recheada com costela bovina ao vinho tinto temperada com parmesão é guarnecida por cogumelos Eryngui e creme de brie.

 
Onde comer 

Abbraccio Cucina Italiana
(SHIN CA 4, 1º Piso, Shopping Iguatemi, Lago Norte; 3468-4854 ou 3468-5590) e (SAI/SO Área 6580, 1º Piso; ParkShopping; Guará; 3361-0294), aberto de segunda a quinta, das 12h às 23h; sexta e sábado, das 12h à 0h; e domingo, das 12h às 22h30.

Cão Véio
(404 Sul, Bl. C, lj. 35; 3257-8455), aberto de segunda a quinta, das 12h às 15h, e das 18h à 0h; sexta e sábado, das 12h às 17h, e das 18h à 1h.

Divino Fogão
(Av. das Araucárias, lt 1835/1905/2005, lj 140; 3049-1533), (SCS Qd 7 Bl. A, Pátio Brasil, P 3 Pavimento lj P309; 3034-8894) e (Rua 210, QS 01, Lt. 40, Lj. 3016A, Taguatinga; 3561-2000), aberto de segunda a sábado, das 12h às 22h; e domingo, das 12h às 20h.

Gero
(SHIN CA 4, Lt. A, Lago Norte, Piso Térreo, Iguatemi Brasília; 3577-5520), aberto de segunda a sexta, das 12h às 15h, e das 19h à 0h; sábado e domingo, das 12h às 17h e das 19h à 1h.

L’entrecôte de Paris
(402 Sul, Bl D, lj 9; 3264-5780), aberto de segunda a quinta, das 12h às 15h, e das 19h às 23h30; sexta e sábado, das 12h às 16h, e das 19h à 0h30; e domingo, das 12h às 17h.

Madero
(Setor Comercial Sul, Qd. 7, Bl. A, Shopping Pátio Brasil; 3041-7005), aberto de segunda a sexta, das 11h45 às 15h, e das 18h às 23h; sábado, das 11h45 às 23h; e domingo, das 11h45 às 22h; (SCN, Qd. 6, Conj. A, Shopping ID), aberto de segunda a quinta, das 11h45 às 15h, e das 18h às 23h; sexta e sábado, das 11h45 à 0h; domingos e feriados, das 11h45 às 23h; (SMAS Tc. 1, ParkShopping, Guará; 4003-4137), aberto de segunda a sábado, das 11h45 às 23h; domingo e feriados, das 11h45 às 22h30; (Avenida das Castanheiras, esquina com a Rua 26 Norte, Águas Claras; 3081-1505), aberto diariamente, das 11h30 às 23h.

Outback Steakhouse
(SHIN CA 4, Área externa, Shopping Iguatemi, Lago Norte; 3468-3655), (SAI/SO Área 6580, 1º Piso; Parkshopping; Guará; 3234-5978) e (SCES, Tc 2, lt 32, Pier 21; 3223-7781), aberto de segunda a quinta, das 12h às 23h; sexta e sábado, das 12h à 0h; e domingo, das 12h às 22h30.

Paris 6
(Shopping ID, Asa Norte), aberto de segunda a quinta, das 11h à 0h; e de sexta a domingo, das 11h às 2h.

Pobre Juan
(SHIN CA 4, Lt. A, Lago Norte, Piso Térreo, Iguatemi Brasília; 3577-5800), aberto de segunda a quinta, das 12h às 15h, e das 19h às 22h30; sexta, das 12h às 15h, e das 19h à 0h; sábado, das 12h à 0h; e domingo, das 12h às 20h. 
 

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