Brasília-DF,
21/NOV/2017

Confira algumas opções gastronômicas próximas às estações do metrô

Para aproveitar o sistema de transportes urbano que a capital oferece, o Divirta-se Mais sugere locais próximos às estações do metrô da cidade

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Renata Rios Beatriz Queiroz* - - Publicação:03/11/2017 06:00Atualização:03/11/2017 11:14

 (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)


Pegar um carro deixou de ser obrigatório para quem está à procura de um bom restaurante. Pertinho das estações de metrô estão localizados restaurantes que atenderão a variados gostos e bolsos.

“Para abrir uma nova casa é feito um estudo em que consideramos pontos como fluxo de pessoas, segurança e, claro, a mobilidade”, pontua o sócio e diretor de operações da rede Madero, Rafael Mello. Para ele, esse cuidado agrega qualidade ao ambiente da casa.

Quando se fala em restaurantes em pontos estratégicos, uma das pioneiras da capital não poderia ser deixado de lado. A Pastelaria Viçosa é uma daquelas comidas típicas de Brasília. “Abrimos na década de 1960 e, à época, o local escolhido já foi pensando no fluxo de gente”, explica Patrícia Rosa, filha do fundador da casa, Sebastião Gomes. “Até hoje, sempre que a gente vai abrir uma nova unidade esse é um cuidado que tomamos. A Viçosa não recebe apenas um público, na casa são todas as idades e classes —  por isso precisamos estar acessível a todos”, explica.

Na Feira do Guará, o ditado “se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé” parece gritar. O metrô fica na porta da feira —  afinal o fluxo de gente considerável do local atraiu a própria estação. “Nós temos sorte de termos o metrô na porta, são cerca de 120 estandes voltados para comida, muita gente vem aqui com essa finalidade”, comemora Cristiano Jale, presidente da Associação de Feirantes da Feira do Guará.

No Savassi, o metrô representou mais movimento. “Quando a casa abriu, o metrô ainda não tinha chegado ao Guará, mas, atualmente, a gente percebe que o movimento da casa diminui na hora que o metrô está perto de encerrar, assim como muita gente no caminho de ida ou de volta da estação vem aqui pegar um lanche”, destaca o gerente Roberto Asensi.

*Estagiária sob a supervisão
de Vinicius Nader

Pastel de tradição

Patrícia Rosa mantém a tradição, mas adiciona novos sabores no cardápio
 (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Patrícia Rosa mantém a tradição, mas adiciona novos sabores no cardápio


em meio ao fluxo intenso de gente pela Rodoviária do Plano, não é difícil se deparar com passageiros carregando um pastel e um caldo de cana. A combinação certeira feita na Viçosa é parte da tradição da capital desde 1968.

 

Entre os pastéis clássicos (R$ 3), o de queijo e o de carne são os favoritos. “Nossos tradicionais têm uma saída excelente, mas os especiais não deixam a desejar”, garante Patrícia Rosa, sócia da casa e filha de Sebastião Gomes, fundador da Viçosa.
Nas opções especiais (R$ 3,90) há sabores como carne com queijo e banana, queijo, canela e açúcar.

Ao lado de tudo

Para quem vai à região do Setor Comercial Norte, o Vila Cinco é uma altenativa que atende almoço, happy hour e jantar. Entre as opções do menu está o fettucine salmonado (R$ 45) — com cubos de salmão na manteiga de ervas. Para o happy hour, o bolinho de bacalhau vem à unidade (R$ 15), ou à dezena (R$ 39,90).

Quitutes árabes

No self-service Kibe House, a mistura das gastronomias árabe e brasileira garante a satisfação. Localizada no Conjunto Nacional, a casa é uma das muitas que ficam no shopping, ao lado da estação de metrô. Por R$ 58,90, o quilo, o cliente monta o prato, que conta com opções como humus, esfirras e outros quitutes tradicionais.

Opções para todas as horas

O menu executivo do Dolce far Niente foi reformulado

 (ThiagoBueno/Divulgacao)
O menu executivo do Dolce far Niente foi reformulado


Por uma feliz coincidência, a chef Lídia Nasser abriu as unidades do Dolce far Niente próximas a estações do metrô na Asa Sul e em  Águas Claras.

 


Vale experimentar o menu executivo, recentemente reformulado. A proposta inclui entrada, prato principal e sobremesa por R$ 55,90 e é servida às sextas e aos sábados, das 11h30 às 16h. Entre as opções de entrada, destaca-se a focaccia tradicional com pesto. Na sequência, risoto de filé com alho-poró ao molho pomodoro ou pescada amarela grelhada ao molho mediterrâneo acompanhada de purê de batatas.

Ponto certo

Todo brasiliense já ouviu falar do Beirute. A casa, uma das pioneiras da cidade, oferece petiscos, como o quibeirute (R$ 9,90), recheado com queijo e acompanhado de molho tártaro. Além dessa alternativa, o local trabalha com refeições, como o parmegiana da casa (R$ 82,50).

Fábrica de yakisoba

A 201/202 Sul é um ponto onde o comensal se depara com inúmeras opções. O Yakisoba Factory aposta na receita que dá nome à casa. Entre as opções, o cliente pode optar pela receita clássica: yakisoba tradicional (R$ 24, o individual, e R$ 35, para duas pessoas).

Paraíso dos carnívoros

O choripan é uma novidade que foi adotada pelos clientes do Madero
 (Nilo Biazetto/Divulgacao)
O choripan é uma novidade que foi adotada pelos clientes do Madero


Quem vai de metrô anda apenas alguns metros para desembocar na porta do ParkShopping. São inúmeros os pontos em que o comensal pode escolher fazer uma refeição. Recentemente inaugurado, o Madero veio engrossar a lista de alternativas.

 

No menu, aparecem o clássico cheeseburguer (R$ 38), o palmito assado in natura (R$ 39) e o petit gateau de doce de leite (R$ 28). “Esses são os principais pilares do Madero”, garante Rafael Mello, diretor de operações e sócio da rede.

 

Recentemente incluído no cardápio, o choripan (R$ 35) chegou agradando. “Nosso choripan é feito com a linguiça artesanal da nossa fábrica. Trata-se de uma linguiça suína com 180g em um pão crocante com vinagrete caseiro e chimi churri”, descreve o sócio.

Carne, muita carne

A Potência do Sul é um dos pontos que fica ao lado do metrô do Guará. No local, o cliente pode aproveitar o rodízio (R$ 119), servido à vontade.


Nas mesas o cliente recebe cortes variados de carne, como picanha, maminha, fraldinha e alcatra.  Já no bufê o comensal pode escolher entre uma farta variedade de pratos quentes e frios.

 


Executivo de classe

Localizado no CasaPark, o Tête à tête  oferece almoço executivo com entrada e sobremesa. A sugestão é o filé ao molho de vinho com risoto de queijo roquefort e pistache (R$ 58). Já no menu normal, a moqueca de peixe vem guarnecida de arroz de coco, farofa de dendê e banana-da-terra e sai por R$ 98.

Carne de sol no caminho de casa

A chapuletada é uma das alternativas para petiscar no Savassi
 (Ana Carneiro/Esp. CB/D.A Press)
A chapuletada é uma das alternativas para petiscar no Savassi


um dos preparos mais queridos do Guará é a carne de sol. No Savassi, a casa ainda dá um estímulo extra para quem quer curtir o happy hour: a proximidade do metrô. “Vemos um movimento muito grande de quem vem para o happy hour de outras regiões”, afirma o gerente Roberto Asensi, reforçando a máxima de que quem beber não deve dirigir. Enquanto bebe um bom chope, o queijo do sertão grelhado na chapa com melaço e manteiga de garrafa (R$ 16,90) é uma companhia certeira.

 

Outra pedida é a chapuletada (R$ 39,90) — carne de sol com queijo coalho empanado e purê de mandioca. “Esse é um petisco interessante. O queijo e a carne são servidos sobre o purê”, detalha. Roberto ainda explica que a inspiração veio do provolone empanado, “mas optamos fazer o empanado com queijo coalho para seguir a linha da casa.”
Um mundo de sabores

Privilegiada, a Feira do Guará é a única da capital em que o metrô para na porta. O local é um ponto de referência gastronômica regional. Cristiano Jale, presidente da Associação dos Feirantes da Feira do Guará, conta cerca de 120 locais voltados para a gastronomia.
Tipicamente brasileiro

No Rocaille, o almoço se apoia em preparos típicos brasileiros  (R$ 36,90, o quilo). Entre as receitas, que variam diariamente, a casa oferece rabada, bife, frango, grelhado ou assado, e tutu. Para complementar, o local oferece diariamente oito opções de saladas.

Planeta doce

A Potiguar Confeitaria oferece opções de doces para diferentes gostos
 (Ana Carneiro/Esp. CB/D.A Press)
A Potiguar Confeitaria oferece opções de doces para diferentes gostos


Há menos de 500m da Estação Arniqueiras, em Águas Claras, está a Potiguar Confeitaria, um paraíso para os amantes de doces. Entre as tortas especiais  (R$ 7,90, 100g) que enchem a vitrine, a de leite ninho com nutella traz massa fofa de pão de ló e recheio equilibrado.
Entre os doces individuais , chamados na loja de monoporções, o gerente Fabrício Silva destaca o intense (R$ 9,90), bolo de chocolate com ganache de chocolate ao leite e meio amargo, e o frasier (R$ 9,90), doce de pão de ló, com creme de baunilha, morangos e geleia de frutas vermelhas.

 

A casa conta também com algumas opções sem lactose e pratos salgados.

Um pedacinho da China

Quem gosta dos sabores chineses pode passar no Grand China. A casa serve pratos à la carte, como o macarrão frito, que pode ser montado com frango (R$ 35,90) ou com carne (R$ 39,90).


Além disso, das 11h às 15h30, o Grand China oferece a opção de self-service (R$ 51,90, de segunda a sexta; R$ 53,90, sábado, domingo e feriado) com pratos variados da culinária do país.

A dois passos da Itália

O café da tarde do Toretto oferece alguns pratos tipicamente italianos como a pizza (Ana Carneiro/Esp. CB/D.A Press)
O café da tarde do Toretto oferece alguns pratos tipicamente italianos como a pizza


Pizza, bruschetta, risoto, focaccia, arancine... Os pratos italianos podem ser encontrados a cerca de um minuto da estação Concessionárias, em Águas Claras. Ali, o Toretto Cucina Italiana serve esses e outros 70 itens (R$ 35, à vontade ou R$ 55, o quilo). “Faltavam opções para a tarde em Águas Claras, pois muitos restaurantes fecham entre o almoço e o jantar”, explica Rodrigo Fiuza, sócio dos irmãos Elaine, Ronan e Emilio.

 

Comida caseira

Os pratos executivos são opções para aqueles que almoçam nos shoppings e o QG Jeitinho Caseiro oferece algumas versões. O mais pedido é o picadinho de carne (R$ 12,99), acompanhado de arroz, feijão e purê de batata. O QG Levíssimo (R$ 17,99) é um filé de frango com repolho e cenoura que pode vir acompanhado de bebida e batata frita, no combo (R$ 25,99).

No espeto à moda espanhola

Os espetinhos são servidos em diversos sabores na La espanhola (Ana Carneiro/Esp. CB/D.A Press)
Os espetinhos são servidos em diversos sabores na La espanhola


Para ir da estação de Samambaia à Espetaria La Espanhola, os clientes caminham poucos metros. Na casa, são servidos espetinhos acompanhados da “jantinha” (a partir de R$ 14,99) — arroz, feijão tropeiro, mandioca e vinagrete.


As carnes podem ser asinha de frango (R$ 7,99), contra-filé (R$ 7,99), carne de sol (R$ 7,99) ou picanha (R$ 9,99). “Recebemos vários clientes por sermos próximos ao metrô. Alguns pegam o churrasquinho para levar, outros comem aqui”, explica a gerente Elissandra Nunes.
Além dos espetinhos, há pratos, caso do camarão na moranga (R$ 69,90, para quatro pessoas). “Tanto o camarão quanto a moranga têm o sabor forte, por isso esse é um prato com personalidade”, garante.

Fogão do centro-oeste

Logo ao lado da estação, o comensal que busca um almoço rápido pode se dirigir ao Fogão goiano. A casa serve almoço self service diariamente, sempre com preparos variados, mas com um pé na culinária goiana. O quilo sai por R$ 39,90, durante a semana. No final de semana, o valor passa para R$ 42,90.

Redondas diferentes

Na Pizzaria Pedra Quente, o cliente tem quatro seções de pizza para escolher: tradicionais, especiais, premiere e doces. A de carne seca (R$ 48) aparece como uma receita inusitada. A redonda leva molho especial, muçarela, carne seca, rúcula, manteiga de garrafa, pimenta-de-cheiro e orégano. Já nas doces, vale conferir a Califórnia (R$ 45), com muçarela, pêssego, abacaxi, figo, cereja e creme de leite.

O nordeste está aqui


A carne de sol tradicional oferece porções para até quatro pessoas (Ana Carneiro/Esp. CB/D.A Press
)
A carne de sol tradicional oferece porções para até quatro pessoas

 

A combinação de carne de sol com arroz, mandioca cozida com manteiga, feijão-de-corda e paçoca de carne relembra a raiz nordestina da capital (R$ 39,90, individual; R$ 69,90, para dois; R$ 109,90, para quatro). Com um corte padrão steak, o Mandaka é o lugar certo para encontrar o prato típico em Taguatinga.

 

Próximo à estação Taguatinga Sul, o restaurante tem como chef Assuélio Batista, mais conhecido como Xuxu, que revela parte do segredo do sabor: “A fórmula secreta é a maturação do corte. Nós usamos apenas o miolo do coxão mole, que é temperado com sal puro e passa por três etapas em 48 horas”.

Fim de noite

Você já comeu hambúrguer com abacaxi? Caso tenha interesse é só dar uma passada n’O Carcará Hamburgueria. Com uma proposta diferente, o carne abacaxi (R$ 29,90) apresenta um hambúrguer de 180g, ovo, bacon, muçarela, alface, tomate e uma rodela de abacaxi com canela.


Aos mais tradicionais a pedida certa é o carne cheddar (R$ 29,90), que vem com hambúrguer de 180g, ovo, bacon, cheddar, alface, tomate e cebola com shoyu. Todos os sanduíches da casa vêm acompanhados de fritas e molho.

 

Onde o camarão é o rei

No Recanto do Camarão, o fruto do mar é a estrela do cardápio, como camarão Taguá e o  camarão candango  — cada um a R$ 69,90, para duas pessoas.

 

A homenagem a Taguatinga traz camarões refogados na manteiga servidos sobre arroz de leite com queijo coalho e nata fresca. Já o candango, é salteado na manteiga com manjericão e servido sobre arroz cremoso, gratinado com batata palha.

À vontade para escolher

O churrasco é o carro-chefe do Antonio%u2019s restaurante (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
O churrasco é o carro-chefe do Antonio%u2019s restaurante


A cerca de 850 metros da última estação da linha verde, a Terminal Ceilândia, as opções do Antonio’s Restaurante garantem a casa cheia diariamente. “O objetivo é vender 16 mil refeições por mês”, conta, ambicioso, o proprietário Antônio Ribeiro.


O self-service (R$ 35, o quilo) oferece 40 tipos de saladas, 20  pratos quentes, churrasco e sobremesa. “Nosso forte é a picanha, bovina, suína e de carneiro. Tem um senhor que vem todo sábado aqui só para comer o carneiro, mas muita gente vem do Guará e de Samambaia”, orgulha-se Antônio.

Partiu barzinho

Os petiscos são o carro-chefe do Beer House. A variedade inclui bolinho de bacalhau (R$ 28,90). Também há pratos para a família como a picanha na chapa (R$ 78,90), acompanhada de batata cozida com queijo, arroz, feijão tropeiro e salada. Para combater o calor da cidade e fazer o brinde do fim de semana, o chope (R$ 4,90, 300ml) é uma ótima pedida.

Maria em dobro

As noites de Ceilândia são embaladas no Maria Maria, onde as pizzas são servidas à la carte e tem opções tradicionais, especiais e doces (a partir de R$ 23,90). Para as refeições uma boa pedida é o tucunaré (a partir de R$ 59,90), enquanto a carne de sol (R$ 49,90, 500g) aparece como sugestão que tem boa saída.

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