Brasília-DF,
16/DEZ/2017

Cine Brasília recebe mostra com grandes nomes do cinema francês

Sob o nome de filmes que amamos, a mostra será intercalada à projeção de longas mais atuais ou com maior potencial comercial

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Publicação:01/11/2013 06:04
Cena do filme Pele de asno, de Jacques Demy (Futura/Divulgação)
Cena do filme Pele de asno, de Jacques Demy

Filmes assinados por autores do porte de Alain Resnais (Hiroshima, meu amor) e de Claude Chabrol integram uma novidade entre as sessões do Cine Brasília (EQS 106/107): uma programação permanente, sob o nome de filmes que amamos, será intercalada à projeção de longas mais atuais ou com maior potencial comercial. Uma parceria com a Embaixada da França viabiliza o primeiro lote de fitas a serem exibidas, todas elas aglutinadas pelo caráter de impulso ou solidificação do movimento conhecido como Nouvelle Vague.

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Nesta sexta-feira (1º/11), às 19h, a projeção de um filme adaptado dos contos de fada de Charles Perrault dá partida ao ciclo: Pele de asno (1970), de Jacques Demy, é encabeçado por Catherine Deneuve e conta ainda com a participação de Jean Marais (A bela e a fera). A fita foi idealizada pelo cineasta sob a ótica de uma trama que ele interpretou aos 8 anos de idade. O medo de uma princesa herdeira de um reino sem rainha se substancia pelo risco de que seja desejada pelo rei viúvo. Crônica de um verão (1960) é o documentário de Jean Rocuh que ocupará a faixa das 21h desta sexta. Sob o crivo do sociólogo Edgar Morin, parte da sociedade francesa foi convocada à autoanálise, na perspectiva da corrente do chamado cinema-verdade.

Programada para este sábado (2), às 19h, uma série de curtas de Agnès Varda abre campo para monumental obra de Chris Marker, concebida para três horas de duração. Feito em 1977, O fundo do ar é vermelho traz as vozes de politizados artistas como Simone Signoret, Jim Broadbent e Yves Montad, num exame distanciado dos movimentos sociais fermentados, em escala mundial, no fim dos anos 1960. As manifestações populares vêm organizadas em duas partes: As mãos frágeis e As mãos cortadas.

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