Brasília-DF,
15/DEZ/2017

Filme registra últimos dias de vida de arquiteto vítima de doença neurológica

A renda dos ingressos será entregue ao Instituto Paulo Gontinjo

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Yale Gontijo Publicação:29/11/2013 06:03Atualização:28/11/2013 14:46

Cena do documentário 'Eu respiro', de Emma Davie e Morag McKinnon (Cinemas Itaú/Divulgação)
Cena do documentário "Eu respiro", de Emma Davie e Morag McKinnon

Dirigido pela dupla escocesa Emma Davie e Morag McKinnon, Eu respiro registra os últimos dias de vida do arquiteto e pai de Oscar (1 ano), Neil Platt, 34 anos, vítima da esclerose lateral amiotrófica (ELA), que limita o funcionamento neurológico do corpo, dificultando o trânsito de informações do cérebro para os músculos. Primeiro, a doença interrompe os movimentos de membros superiores e inferiores. Mais tarde, impede a fala.

Por fim, encerra a vida do portador em um doloroso processo em que os músculos do pulmão deixam de funcionar. Platt poderia ter se entregado às circunstâncias, mas sua tocante decisão de seguir informando sua condição enquanto estava vivo, escrevendo um blog ou aceitando a realização deste documentário doméstico, sugere que as pesquisas genéticas devam ser intensificadas ao invés de freadas. Toda a renda dos ingressos será entregue ao Instituto Paulo Gontijo (IPG), especializado em pesquisas sobre a doença no Brasil.


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