Brasília-DF,
26/MAR/2019

Chef do restaurante Maori revela preparo para fazer um delicioso omelete

Gustavo Gonçalves era aluno de educação física até perceber que possuía o mesmo prazer em pedalar, praticar triatlo e preparar um prato saudável

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Rebeca Oliveira Publicação:23/08/2013 06:18Atualização:22/08/2013 14:50

Gustavo Gonçalves e a receita de omelete italiana: nutrição, sabor e praticidade no prato (Carlos Vieira/CB/DA press
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Gustavo Gonçalves e a receita de omelete italiana: nutrição, sabor e praticidade no prato

No último dia 15, uma data sugestiva foi comemorada: o Dia do Solteiro. Não tão conhecida como o Dia dos Namorados, a ocasião é um lembrete para quem tem a árdua tarefa de cozinhar para um. Nesse caso, poucas receitas reinam tão absolutas quanto a omelete. Um prato que pode ser preparado em cinco minutos e que permite infinitas combinações.

Sua origem é persa, apesar de o prato ter viajado pelo Novo e Velho Mundos. Consolidou-se como uma receita tipicamente francesa, embora os ingleses também reivindiquem sua autoria. Na França, ganhou o nome e a roupagem conhecidas atualmente: omelette, uma variação de lamelle, ou pequena lâmina.

Gustavo Gonçalves era aluno de educação física até perceber que possuía o mesmo prazer em pedalar, praticar triatlo e preparar um prato saudável. Essa motivação o fez largar a faculdade e rumar para a gastronomia. Há 14 anos, exerce a função de chef e proprietário do restaurante de gastronomia alternativa Maori, na 110 Norte.

A decoração da casa e o teto forrado de bambu denunciam: mais que pratos de rápida execução, ele procura receitas que sejam refeições completas e nutram de atletas a crianças. O público da casa é tão variado quanto o cardápio, mas o forte da casa, quem diria, é a omelete de muçarela de búfula. Esse ingrediente tem 48% mais proteína do que a muçarela comum e 60% a mais de cálcio. Além disso, possui menos sódio.

Ao Divirta-se mais, Gustavo revelou dois segredos que transformam a sua omelete em um campeão de vendas. Primeiro, na massa: usa queijo de coalho ralado em vez de sal, batido com três claras e apenas uma gema, e um mix de ervas finas para temperar. "A gema é saudável e rica em proteína, mas também possui alto teor de lipídios e colesterol. Tento eliminar isso e deixá-la mais suave", ensina. Outro truque é o recheio com ingredientes nobres, que  podem variar de picanha defumada a rosbife. A omelete do Maori custa R$ 21,50 e pode ser acrescida de uma fonte de proteína (peito de peru, carne vermelha ou branca), um queijo e três complementos.


Para tentar em casa, o chef recomenda não exagerar na quantidade de recheios. Optar por, no máximo, três opções, em porções de 50g em média, para o prato não perder a leveza. A melhor forma de servir a omelete, segundo ele, é no formato meia-lua, que ajuda a mantê-la aquecida e cremosa.

No preparo, utilize uma frigideira quente e com diâmetro médio de 20cm, untada com azeite, óleo ou manteiga. Da francesa à italiana (conhecida como fritada), a mudança está no modo de preparo. Enquanto a primeira pode ser feita na chapa ou na frigideira, a segunda exige uma omeleteira em sua execução.

Onde comer:
Maori (110 Norte, Bloco D, loja 28; telefone: 3201-6066), aberto de segunda a sábado, das 12h às 23h.

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