Brasília-DF,
09/DEZ/2019

Outback Steakhouse oferece pratos australianos com temperos comuns ao Brasil

Sal e pimenta-do-reino são comuns no preparo das iguarias da casa

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Rebeca Oliveira Renata Rios Publicação:07/08/2015 06:04
Nei Valério, proprietário do Outback Steakhouse: itens do cardápio e decoração da casa se valeram de ideias extraídas da Austrália
 (Ed Alves/CB/D.A Press)
Nei Valério, proprietário do Outback Steakhouse: itens do cardápio e decoração da casa se valeram de ideias extraídas da Austrália
Nei Beessmann Valério, sócio-proprietário da unidade do Pier 21 do Outback Steakhouse, trabalha na rede há 12 anos. Tanto tempo de dedicação lhe fez carregar o conceito de restaurante na ponta da língua: “Os pratos são americanos, pois a rede nasceu na Flórida, mas carregam a referência australiana. A temática fica evidente principalmente na decoração da casa, que se concentra em dois tons: o roxo, que remete ao céu; e o laranja, que lembra o solo do país”, explica.

A casa se utiliza de temperos comuns ao Brasil, como sal e pimenta-do-reino, mas também inova ao englobar outros sabores na elaboração das carnes, os famosos steaks. Bom exemplo é o corte ribeye (costela bovina sem osso, a R$ 52,50, com 325g e um acompanhamento, que pode ser a batata caseira assada e, em seguida, frita).

O ribeye tem um toque de café na elaboração do corte extraído da raça Angus e tratado em pasto confinado - garantindo maciez superior, além de uma carne rica em marmoreio, quando a gordura se entremeia ao corte.

A harmonização certeira, recomenda o sócio, é com o vinho tinto Outback Red Selection, desenvolvido na Argentina exclusivamente para a rede pela vinícola Bodegas Salentein, e lançado há pouco tempo. Misto das uvas cabernet sauvignon, malbec e petit verdot, está disponível por R$ 18,50 (175ml).

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