Brasília-DF,
26/JUN/2019

Casa Genghis Khan investe no conceito de refeição compartilhada

%u201COs alimentos vêm em pequenas porções e é o comensal quem decide o ponto em que vai degustá-los, pois é ele quem os põe no fogo%u201D, comenta Marissol Haromi

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Rebeca Oliveira Renata Rios Publicação:07/08/2015 06:06
No Genghis Khan, refeição típica da Mongólia é servida em um nabemono
 (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
No Genghis Khan, refeição típica da Mongólia é servida em um nabemono
Refeições compartilhadas sempre foram um momento de afeição na família Takano. Principalmente pelo talento da descendente de japoneses Marissol Haromi Takano que, há 25 anos, especialista em culinária japonesa e responsável pelo menu oriental do Genghis Khan.

“Os alimentos vêm em pequenas porções e é o comensal quem decide o ponto em que vai degustá-los, pois é ele quem os põe no fogo”, comenta. A refeição segue a milenar lenda do guerreiro mongol Genghis Khan. Para evitar carregar muitos utensílios, o exército utilizava os próprios capacetes para cozinhar.

A casa oferece a grelha em formato de capacete, cortes de filé-mignon bovino e suíno e pedaços de bacon somados a vegetais como acelga orgânica, ervilha-torta e bardana (R$ 69 por pessoa). Com diversas especiarias e receita mantida em segredo, o molho especial da família acompanha o prato. “Um conceito básico é variedade. A bardana é uma raiz, e a ervilha-torta, uma leguminosa”, explica.

Ao escolher as bebidas, atenção especial à carta de sete saquês, entre os quais o frisante Ozeki (R$ 40).

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