Brasília-DF,
23/OUT/2017

Confira a crítica do filme 'O estranho que nós amamos'

Novo longa-metragem de Sofia Coppola conta com Nicole Kidman e Kirsten Dunst no elenco

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Correio Braziliense Publicação:11/08/2017 06:00Atualização:10/08/2017 17:25
Elenco forte é um dos destaques do filme (Reprodução/Internet)
Elenco forte é um dos destaques do filme
 
Para quem tem boa memória, o título do novo filme da diretora Sofia Coppola soa familiar. A segunda versão cinematográfica de O estranho que nós amamos chega ao circuito nacional depois de ter sido reconhecido no festival de Cannes com o prêmio de melhor direção.
 
Pela ótica de Amy (Oona Laurence), Martha Farnsworth (Nicole Kidman), Edwina (Kirsten Dunst) e Alicia (Elle Fanning), o público é apresentado aos dramas da guerra civil americana, nos anos 1860. Elas moram em uma espécie de internato e acolhem John McBurney (Colin Farrell), soldado ferido em combate encontrado no bosque.
 
Confira as sessões em Brasília
 
Sofia Coppola vai perfilando, aos poucos, a relação que cada uma dessas mulheres terá ao conviver de perto — e cuidar — de um homem. Por mais que no livro que origina o roteiro e no primeiro filme, a visão de John seja a predominante, no longa que estreia agora, quem dá as cartas são as mulheres, especialmente Edwina.
 
Atormentada, ela é quem fica mais perturbada e, ao mesmo tempo, mais curiosa com a presença masculina em casa. O desejo reprimido de Martha por John também é um destaque: a matriarca tenta esconder de si mesma e das filhas a atração que sente pelo soldado.
 
 

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