Brasília-DF,
05/JUN/2020

Reprise de José do Egito recupera audiência e dá fôlego para o fim de noite na Record

Em tempos de Templo de Salomão, a emissora optou por reexibir José do Egito, transmitida pela primeira vez no ano passado

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Publicação:31/08/2014 06:09
A reexibição da minissérie mantém a emissora no segundo lugar no Ibope (Record/Divulgação)
A reexibição da minissérie mantém a emissora no segundo lugar no Ibope
Desde que Pecado mortal estreou na Record com bons índices de audiência, em setembro de 2013, e perdeu público gradativamente, a programação noturna da emissora amargava uma queda contínua na medição do Ibope. As derrotas para o SBT eram constantes. Mas a direção do canal tinha uma carta na manga - e a ideia deu certo.

Em tempos de Templo de Salomão, a emissora optou por reexibir José do Egito, transmitida pela primeira vez no ano passado. A minissérie, escrita por Vivian de Oliveira, recebeu investimento de R$ 60 milhões, com direito a gravações no Egito, no Deserto do Atacama e em Israel. À época, chegou a atingir os 12 pontos de audiência, com números sempre estáveis.

O interessante é que, mesmo não sendo inédita, a trama continua rendendo bons resultados. Ainda fresca na memória do espectador, José do Egito não só devolveu o segundo lugar à Record, como apresenta índices maiores que os de Vitória, a atual grande produção da emissora.

Com as expectativas superadas, o diretor Alexandre Avancini justifica a repercussão: "Quando você tem um produto de qualidade na mão e um pacote de elementos muitos positivos, além de um investimento grande, o resultado vai ser bom. José tem um texto benfeito, um elenco forte e é produto para a família", diz.

José do Egito
Record, de terça a sexta-feira, às 22h30.


Não deu certo
A estreia de Vitória na faixa das 21h foi um tiro pela culatra. A intenção de enfraquecer a líder no horário apenas prejudicou o andamento da nova novela, que ainda teve de enfrentar a overdose de Copa do Mundo no início.

Funcionou
A Record tem obtido sucesso nas produções bíblicas desde A história de Ester, em 2010. Para Avancini, esse é um espaço que foi conquistado pela emissora: "A temática bíblica funciona muito bem e, no Brasil, só a Record faz. É um nicho que chegou a ser esquecido, mas a emissora o resgatou e nele encontrou um espaço para a própria dramaturgia", diz.

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