Brasília-DF,
02/JUL/2020

Marcelo Tas reformulou a forma de se fazer telejornalismo no CQC

O jornalista e apresentador abriu as portas para o sacarmos, ironia e bom humor

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Diego Ponce de Leon Publicação:09/11/2014 07:15
 (Pedro Paulo Figueiredo/Carta Z Notícias)

Começo admitindo que Marcelo Tas não seja uma unanimidade, assim como o programa que ele comanda há sete anos, o CQC. Mas, diante da anunciada saída do jornalista da bancada da atração, alguns méritos precisam ser reconhecidos.

Marcelo Tas se firmou como um dos mais importantes nomes da televisão brasileira recente. Quer você queira, quer não. Muito antes do CQC, ele já havia participado de um importante capítulo da tevê ao roteirizar e dirigir os saudosos Rá-Tim-Bum e O castelo Rá-Tim-Bum. Deixou ainda alguns personagens queridos e memoráveis, como o Ernesto Varela e o próprio Professor Tibúrcio.

À frente do CQC, ele reformulou a velha fórmula de se fazer telejornalismo, ao abrir as portas para o sarcasmo, a ironia e o bom humor. O programa nem sempre acertou, confesso, mas a quebra de paradigmas é inquestionável. Por fim, todo meu respeito pelo pai Marcelo Tas. Ao assumir publicamente a homossexualidade da filha com naturalidade e aceitação, o jornalista prestou enorme serviço. Talvez, superior aos 20 anos que já acumula na telinha.

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