Brasília-DF,
23/OUT/2021

Seriado Glee não teve medo de expor as questões da atual juventude

A trama inovou com os personagens "excluídos"

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Adriana Izel Publicação:29/03/2015 07:26
 (Fox/Divulgação)

Pode parecer exagero dizer que nenhuma série ocupará o espaço deixado por Glee, mas não é. A trama teve um papel muito importante entre jovens de todo o mundo.

O seriado musical foi o primeiro — e talvez, o único — a trazer ao protagonismo àquelas pessoas que costumavam ser tratadas como figurantes na indústria televisiva e cinematográfica.

O sexteto original de protagonistas era formado por Rachel Berry, uma menina perfeccionista com dificuldades de fazer amizades; Kurt Hummel, o homossexual que ainda não havia se assumido; Mercedes Jones, a jovem negra fora dos padrões de beleza; Artie Abrams, um garoto com deficiência física; Tina Cohen-Chang, a asiática que fingia uma gagueira para se enturmar; e Finn Hudson, o atleta popular que não tinha coragem de admitir aos amigos que gostava de fazer parte do coral.

Diferentemente das tramas juvenis, Glee não teve medo de expor as questões da atual juventude e abriu espaço para discutir temas como racismo, homossexualidade, transexualidade e tantos outros.

Se hoje ainda estamos engatinhando na tevê brasileira para exibir beijos entre casais homossexuais, Glee já mostrava os carinhos entre Kurt e Blaine e Brittany e Santana. O grande trunfo da série foi falar a linguagem de seu público, e, certamente, isso é o que fará mais falta.
Tags: glee celular

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