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20/SET/2017

Conheça um pouco das 15 séries imperdíveis que ganharam espaço na tevê

O Correio selecionou os grandes destaques do ano de 2015

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Adriana Izel Publicação:13/12/2015 06:00Atualização:11/12/2015 17:29

 ( Warner/Divulgao)


Quem está acostumado a acompanhar as estreias da tevê fechada sabe que é difícil uma série ganhar protagonismo logo na primeira temporada. Mas, em 2015, o que se viu foi o oposto disso. Boa parte das novas produções conseguiram destaque e até, muitas vezes, roubaram a cena atraindo os holofotes para si e ofuscando tramas clássicas.

Com uma boa safra, que, em sua maioria, já tem até uma nova temporada garantida para o próximo o ano, o TV+ seleciona as 15 melhores séries de 2015. E, se por acaso, você ainda não viu alguma dessas produções, está na hora de começar uma maratona.

1: Sense 8


 (Murray Close/Netflix/Divulgação)
Com estreia em junho, a série se tornou em uma sensação entre o público mais jovem. A trama pode ser considerada a redenção dos irmãos Andy e Lana Wachowski, que estavam em falta desde o fim da trilogia Matrix. A história gira em torno de oito personagens principais que estão ligados de uma forma sensitiva, cada um sente, pensa e pode estar no mesmo lugar que o outro. Com uma trama enigmática, é preciso engatar no ritmo do início que é mais lento e melhora a partir do quarto episódio. Sense8 já revolucionou ao trazer a atriz transexual Jamie Clayton para dar vida à também trans Nomi. Além de inovar com cenas como a do sexo grupal e também da cantoria emocionante do clássico What’s up, 4 Non Blondes. A segunda temporada já está em fase de produção.

2: Empire


 (FOX/Divulgação)
Uma das primeiras séries de 2015 mostrou que o ano vinha forte. Criada pela dupla Lee Daniels e Danny Strong, a produção conta a história de Lucious Lyon, interpretado por Terrence Howard, rapper que saiu de uma vida pobre para se tornar o dono da gravadora Empire e, ao descobrir uma doença grave, decide escolher um dos três filhos para comandar o seu império, enquanto a ex-mulher Cookie (Taraji P. Henson) acaba de sair da prisão disposta a recuperar o que perdeu por conta do marido. O grande mérito da série é mostrar os bastidores do tumultuado mundo da música, além da presença de um elenco majoritariamente formado por atores negros. O sucesso foi tão grande que a segunda temporada estreou em setembro.

3: Daredevil


 (Netflix/Divulgação)
A versão da Netflix para o herói Demolidor (Charlie Cox) chegou à plataforma em abril e chamou atenção por se tornar a segunda trama mais baixada do Brasil, atrás apenas da veterana Game of thrones. O seriado conta em 13 episódios como Murdock se tornou no vigilante de Hell’s Kitchen, em Nova York. A ideia é mostrar a origem do herói da Marvel, que já havia sido retratado no cinema. O seriado roubou a cena após sair um pouco da cartilha do estúdio, com um ar mais sombrio e com pitadas bem mais leves de humor. A segunda temporada está em fase de gravação e terá os personagens Justiceiro e Elektra, famosos nos quadrinhos.

4: Fear the walking dead


 (JustinLubin/AMC)
Esse é o spin-off que embarca no sucesso da trama original The walking dead, que atualmente está na sexta temporada. O novo seriado estreou na televisão em agosto, antes da chegada da nova temporada da TWD, e traz mais zumbis para a história. Desta vez, o líder da turma é Travis Manaw, professor de inglês, que acompanhado da professora de ensino médio Madison Clark, precisa enfrentar o começo de uma epidemia zumbi. A estreia fez a série derivada bater o recorde de audiência na tevê a cabo dos Estados Unidos, com 10 milhões de espectadores. O trunfo é focar no entendimento dos personagens em relação a essa nova realidade.


5: Narcos


 (Daniel Daza/Netflix)
A expectativa no Brasil era grande em torno da trama e o motivo era óbvio: a presença dos brasileiros Wagner Moura e José Padilha. A dupla fez bonito e conquistou um público além do Brasil, tornando-se um sucesso nos Estados Unidos e em países na Europa. Narcos é uma produção sobre a origem do narcotráfico na Colômbia com narração do agente Steve Murphy (Boyd Holdboork), que quer conter a chegada de drogas no país. Apesar de ser uma série sobre o narcotráfico, é o personagem de Moura, o traficante Pablo Escobar, que acaba se tornando o grande protagonista da trama. Quem não se viu torcendo (mesmo que escondido) pelo malvado Escobar? A segunda temporada está garantida e em fase de produção.

 

6: Jessica Jones


 (Myles Aronowitz/Netflix)
Quase no fim de 2015, a série chegou para garantir seu nome na lista de melhores do ano. A nova parceria entre Marvel e Netflix acompanha a personagem Jessica Jones, vivida por Krysten Ritter, uma mulher com superforça que trabalha como detetive. Assim como Daredevil, a trama traz um ar sombrio e abusa da ironia. Tem recebido destaque, principalmente, por trazer uma mensagem sobre relacionamentos abusivos sofridos por mulheres. Inclusive, tornou-se inspiração para uma campanha no Brasil pelo fim da violência contra mulher. Ainda não está confirmada uma segunda temporada. Apenas está garantido o spin-off Luke Cage, papel do ator Mike Colter.

 

7: Mr. Robot

 

 (Universal Productions/Divulgação)
A trama, que chegou à tevê em março, pode não ter conquistado muito público, mas logo se tornou a preferida dos críticos especializados. Protagonizada pelo ator Rami Malek, que dá vida a Elliot Anderson, a produção mostra como o personagem se conecta com as pessoas hackeadas. Devido a suas habilidades, ele é recrutado por um anarquista conhecido como Mr. Robot para derrubar as maiores comportações do mundo. O mérito da série fica por conta da agilidade e de um primeiro episódio instigante, que já agarra o espectador de primeira, além de ter uma crítica dura ao capitalismo exacerbado.

8: Supergirl

 

 (Warner/Divulgação)
Das séries novatas do segundo semestre, a trama garantiu a audiência de 12,9 milhões de espectadores na exibição do piloto, o que lhe rendeu a confirmação de uma temporada completa, que continua em 2016. Supergirl, como o próprio nome diz, conta a história da prima do Homem de Aço, Kara Zor-El (Melissa Benoist). A jovem acaba tendo que se tornar heroína. A produção segue uma fórmula que fez sucesso com The Flash, com humor e tirando sarro de si. O grande diferencial das clássicas tramas heroicas é que Kara quer ser uma heroína e não se esconder dessa responsabilidade.

9: Blindspot


 (NBC)
Encabeçando as estreias de setembro, a série foi a primeira dessa safra a garantir uma renovação. Com direção de Mark Pellington e roteiro de Martin Gero, o drama acompanha Jane Doe (Jaimie Alexander), misteriosa mulher que é encontrada nua e desmemoriada na Times Square, em Nova York. O FBI acaba descobrindo que suas tatuagens, na verdade, são marcas que revelam crimes que estão sendo investigados pela agência. Logo na estreia, a audiência chegou a 10 milhões e foi crescendo ao longo das semanas. O sucesso garantiu uma sequência.

10: Unbreakable Kimmy Schmidt


 (Netflix/Divulgação)
Fazia tempo que não surgia uma comédia que valesse à pena. Esse é o caso do sitcom de Tina Fey, famosa por 30 rock. Protagonizado por Ellie Kemper, que vive Kimmy Schimdt, a série retrata a história da personagem que ficou 15 anos presa por líder religioso que dizia que o mundo estava vivendo o apocalipse. Ela e mais três mulheres são soltas e descobrem que o mundo sempre esteve normal. Kimmy, então, precisa correr atrás do tempo perdido e, por isso, se mete em engraçadas encrencas. O que mais chama a atenção é a aposta no humor non-sense. Destaque para o coadjuvante, o melhor amigo de Kimmy, Tituss Burgess.

11: Quântico


 (EricLiebowitz/Divulgação)
Com estreia em setembro, a série é uma criação de Joshua Safran e une drama, espionagem e suspense. Desde o lançamento, se destacou entre os seriados da nova safra, com sete milhões de espectadores e garantiu uma temporada completa, com 19 episódios. O seriado é estrelado pela atriz indiana Priyanka Chopra e gira em torno da protagonista Alex Parrish, uma recruta da FBI que acaba se tornando suspeita de ter planejado um atentado terrorista em Nova York, o segundo maior desde o 11 de setembro. No entanto, ela garante que não é a responsável e terá que descobrir quem armou essa emboscada. O mistério e o bom elenco estão entre os grandes diferenciais.

12: Scream


 (MTV/Divulgação)
Inspirada na franquia Pânico, a série, que estreou em junho, mostra um grupo de amigos em uma cidade de interior nos Estados Unidos que é assombrado por um serial killer. Tudo começa após a morte de uma menina, a partir daí, começa uma série de assassinatos, que indicam ter a ver com o maníaco Brandon James. Se o elenco não é dos melhores, o que realmente vale a pena é o que o seriado bebeu da fonte dos filmes e foca nos erros clássicos dos longas de terror dos anos 1980, por meio da metalinguagem. Uma segunda temporada já está confirmada.

13: Magnífica 70


 (HBO/Divulgação)
Com estreia em maio, a trama dirigida por Cláudio Torres (O homem do futuro) retrata o período dos anos 1970, quando o Brasil viveu uma eferverscência cultural com longas produzidos no polo cinematográfico paulista, uma região que ficou conhecida como Boca do Lixo. A atuação de Marcos Winter no papel do protagonista Vicente foi bastante elogiada. A fotografia também é outro mérito da produção, que acabou sendo ofuscada por outras estreias, apesar de ter sido elogiada pela crítica especializada. A segunda temporada já foi confirmada pela HBO.

14: Escolinha do Professor Raimundo


 (João Miguel Junior/TV Globo)
A produção brasileira é uma nova versão do clássico, que, muito em breve, fará 40 anos. O remake é comandado pelos herdeiros do saudoso Chico Anysio: Bruno Mazzeo, que dá vida a Raimundo Nonato e fica responsável pelo texto, Nizo Neto e Rico Rondelli, que atuam por trás da câmera como forma de homenagear o pai. Apesar de não ser algo completamente inédito, a série, que teve cinco episódios no canal Viva e ganhará mais dois quando for exibido na Globo, acertou ao inovar nas piadas e na boa caracterização de boa parte do elenco como Marcelo Adnet, Marcos Caruso e Dani Calabresa.

15: Scream queens


Seguindo a onda de Scream, a série de Ryan Murphy (Glee e American horror story) tem mistério, mas acrescenta humor. Lançada em setembro, a produção tem a queridinha Emma Roberts como a protagonista Chanel Oberlin que comanda a fraternidade Kappa Kappa Tau, que, após um evento misterioso, se torna alvo de um serial killer. A história é um pouco difícil de se levar a sério, mas a boa atuação do elenco faz com que se torne uma boa série. Para os mais jovens, a presença de nomes como Ariana Grande e Nick Jonas também anima. A segunda temporada está confirmada e tudo indica que poderá ter participação de Justin Bieber.

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