Brasília-DF,
11/DEZ/2017

'Meninas do base jump' é o reality para quem curte adrenalina

O programa nacional acompanha as proezas de quatro amigas e seus saltos em queda livre

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Publicação:27/12/2015 06:01Atualização:24/12/2015 12:31

 (Canal Off/Divulga??o)

Para quem diz que esportes radicais são coisas de homem, Julia Botelho, Paloma Oliveira, Patrícia Porto e Rita Birindelli dão aula de feminismo. Entre prédios, pontes, morros e antenas de tevê, as quatro protagonistas de Meninas do base jump vivem aventuras com muita adrenalina na prática de base jump, uma espécie de queda livre a 400m.


O programa mostra como funciona a intensa rotina de treinos das atletas praticantes de uma das categorias mais perigosas dos esportes radicais — o base jump é proibido em muitos países pela alta taxa de acidentes fatais. Aqui no Brasil,  ele é, mas apenas cinco mulheres o praticam profissionalmente, sendo quatro delas as protagonistas do reality.


Diferentemente do salto de paraquedas, que acontece a uma altura média de 650m, o base jump é perigoso porque os atletas não pulam de aviões e sim de antenas de tevê, morros, pontes e prédios, que têm altura média de 400m. O risco está no pouco tempo que o praticante tem para liberar o paraquedas, sem margem para erros ou imprevistos.

 


Para Paloma, apesar dos perigos, a série tem o propósito de incentivar a categoria no país. “Temos a possibilidade de desvendar os mitos do esporte, que é praticado por pessoas comuns e não super-heróis”, confia.

 
Ao longo da primeira temporada, os 13 episódios são ambientados no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no Rio Grande do Sul, em locais como a Pedra do Cabrito, Ponte da Fumaça, Morro da Previdência e outros picos.


Para Julia, que está na modalidade desde agosto de 2012, um dos momentos mais intensos durante as gravações foi no Dedo de Deus, Rio de Janeiro. “Escalamos sem cordas e a experiência mudou a minha forma de lidar com o medo”, avalia.


Exibida no canal Off, a série está na primeira temporada e o episódio 11 vai ao ar nesta terça-feira, às 21h30. Na ocasião, Julia Botelho e Rita Birindelli realizam um novo salto que não é bem um base jump, já que pularam de um parapente na praia de São Conrado, no Rio de Janeiro.


Soletrando
O nome base jump é um acrônimo para os quatro tipos de locais dos quais as pessoas podem pular. B vem de buildings (prédios); A de antennas (antenas) como torres de tevê e telefonia; S vem de spans, um sinônimo de bridges (pontes); e E de earth (terra), uma alusão a morros, vales e desfiladeiros.


Serviço
Meninas do base jump

Toda terça-feira, às 21h30 no Canal Off. Horários alternativos: quarta às 9h; sexta às 7h; e sábado às 13h.

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