Brasília-DF,
08/DEZ/2019

Relembre o programa infantil 'Teletubbies', viral nos anos 1990

Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po marcaram uma geração com aventuras e brincadeiras lúdicas vividas em um plano psicodélico

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Publicação:19/06/2016 07:00
 (Reprodução/Internet)


Um Sol com rosto sorridente de bebê, televisões na barriga e um aspirador de pó que sugava cookies. Esses são alguns dos elementos sempre abordados nos lúdicos episódios de Teletubbies. O programa, voltado para bebês e crianças pré-escolares, foi sucesso de audiência nos cinco anos de exibição com 335 episódios inéditos.

Com imagens coloridas e ar psicodélico, a série acompanhava o cotidiano dos quatro irmãos Teletubbies — Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po. As criaturas, que foram traduzidas como alienígenas, interagiam com um autofalante que saía do chão e servia de amigo e babá deles.
 
Outros personagens que apareciam nos episódios eram Noo-noo, o aspirador de pó que sempre dava um jeito de pegar uns cookies e correr dos irmãos. Além dele, o Sol, que na verdade era o rosto de um bebê, tinha a função singela de sorrir e soltar gritinhos sempre que nascia e se punha.

Um dos pontos altos eram os vídeos de crianças reais exibidos na televisão que os personagens têm na barriga. Os teletubbies assistiam ao vídeo e pediam “de novo! de novo!”, fazendo com que rodasse mais uma vez.
 
Produzido pela BBC, a atração chegou ao Brasil três anos após a estreia, em 1999 no Angel mix, da Globo. Depois de passar lá, foi ao ar na TV Cultura, Discovery Kids, no bloco Playhouse Disney no Disney Channel Brasil, Canal Gloob, Canal Futura e pela Rede Minas.
 
 
 
Polêmica e boicote

Durante o dia, os Teletubbies brincavam entre si e com itens especiais. Po tinha um patinete, Laa-Laa uma bola, Dipsy um chapéu e Tinky Winky uma polêmica bolsa vermelha.
 
Em 1999, o comentarista Jerry Falwell  disse que Tinky Winky era gay por carregar o objeto, ser roxo e ter a antena em forma de triângulo, símbolos do movimento LGBT.
 
Após as acusações, os produtores da série admitiram que o personagem era uma metáfora à homossexualidade e servia para os pais aprenderem a lidar com a possível sexualidade dos filhos e diminuir a expulsão de jovens gays de casa.  A alegação gerou um boicote das instituições conservadoras, mas o movimento não funcionou. A série foi produzida por mais dois anos.

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