Brasília-DF,
18/OUT/2017

Emissoras apostam na releitura por meio de novelas que despertam nostalgia

As tramas vão desde histórias de escravidão até contos religiosos

Diminuir Fonte Aumentar Fonte Imprimir Corrigir Notícia Enviar
Vinicius Nader Publicação:03/07/2016 07:00Atualização:01/07/2016 13:33

 (Munir Chatack/Divulgação)


Diretores e autores de cinema e de novela sempre se renderam a épocas passadas. Da era antes de Cristo à década de 1920, quatro das 8 novelas inéditas atualmente exibidas na tevê aberta não se passam nos dias de hoje — Os dez mandamentos, Escrava mãe, Liberdade liberdade e Êta mundo bom!.


Na terça-feira desta semana, Os dez mandamentos dá lugar a outra trama de época, A terra prometida. Dessa forma, a Record continua com as duas faixas dedicadas à dramaturgia ocupada por tramas de época.
A terra prometida, de Renato Modesto, finalmente estreia, depois de várias vezes adiada. Espécie de continuação de Os dez mandamentos — cuja segunda temporada não teve a audiência esperada — A terra prometida começa em 1200 a.C., após a morte de Moisés. Agora, quem comanda os hebreus é Josué, interpretado por Sidney Sampaio, assim como na novela anterior.


Alguns atores conhecidos na Globo estreiam na Record com personagens de destaque na novela. Cristiana Oliveira será Mara e Kadu Moliterno viverá Açã. A Paloma Bernardi caberá a vilã Samara.
“Estou sempre em busca de bons personagens como atriz e a Record me deu a oportunidade de ser a antagonista de uma novela. Então estou muito feliz com a oportunidade, meu coração está borbulhando”, afirmou Paloma ao portal Uol.

Escravidão


Também na Record, Escrava mãe transporta o público para o passado. Ambientada nos anos 1790 e início dos 1800, a trama de Gustavo Reiz tem a escravidão como pano de fundo. Inspirada no romance A escrava Isaura, a novela conta a história do romance proibido entre Juliana (Gabriela Moreyra) e Miguel (Pedro Carvalho).


A mesma época é mostrada em Liberdade liberdade, da Globo. A diferença é que aqui o mote está mais na luta pela independência do que na escravidão.


A protagonista é Joaquina (Andreia Horta), filha fictícia de Tiradentes que vai para Portugal após o enforcamento do pai. Anos mais tarde, ela volta como Rosa e luta pela independência do Brasil ao lado de Xavier (Bruno Ferrari) e de Virgínia (Lília Cabral).


Na Globo, é de um folhetim de época o maior índice de audiência entre as novelas. Escrita por Walcyr Carrasco — um especialista em tramas de época para a faixa das 18h —, Êta mundo bom! mostra o encanto dos anos 1920. As aventuras do protagonista Candinho (Sérgio Guizé) são embaladas, inclusive, por uma radionovela. Herança do ódio foi criada especialmente para a novela.

COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva dos autores.

CINEMA

TODOS OS FILMES [+]

BARES E RESTAURANTES

EVENTOS






OK