Brasília-DF,
21/OUT/2018

Preparado de diversas formas, o café pode aparecer em todas as refeições

Barista informa que o café ideal é aquele que equilibra um bom blend, uma boa máquina, um bom moedor e, principalmente, uma boa mão de quem o prepara

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Mariana Vieira - Especial para o Correio Rebeca Oliveira Vinicius Nader Publicação:22/11/2013 06:00Atualização:21/11/2013 12:23

O barista Antonello Monardo acredita que os consumidores andam mais exigentes (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
O barista Antonello Monardo acredita que os consumidores andam mais exigentes

O poder de uma xícara de café nas mesas brasileiras é inquestionável — em média, tomamos cerca de 83 litros por ano, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Café. A bebida é a segunda mais consumida no país, (atrás apenas da água), e a paixão nacional por ela se torna cada vez mais evidente. Basta observar a quantidade de rótulos especiais e o crescimento de casas especializadas no segmento em Brasília.

O encanto é tamanho que levou alguns restaurantes a inserir a bebida no preparo de receitas, colocando-a em posição de destaque do prato principal à sobremesa. E também em drinques que turbinam o sabor da bebida e adaptam o café ao clima quente e seco da capital.

Especialista do segmento de cafés de grife na cidade, o barista Antonello Monardo acredita que os consumidores andam mais exigentes. O produtores sentem-se na obrigação de aprimorar os produtos. “O público brasiliense tem mais conhecimento e prefere cafés que sigam padrões de excelência”, afirma.

O café ideal é aquele que equilibra um bom blend, uma boa máquina, um bom moedor e, principalmente, uma boa mão de quem o prepara. O desafio do barista é enorme. Ao público, cabe a melhor parte: degustar as muitas possibilidades de combinação que o grão oferece.

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