Brasília-DF,
17/DEZ/2017

Quitanda de Minas investe em broa e combina bolinho com ervas finas e especiarias

Para a proprietária Maria Helena, o segredo é ter uma textura consistente

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Rebeca Oliveira Publicação:22/11/2013 06:14Atualização:21/11/2013 11:39

Maria Helena Herval ensina a preparar broa  (Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press)
Maria Helena Herval ensina a preparar broa

A broa é uma delícia que tem cara de receita caseira. Pode ser de milho ou de fubá, servida no café da manhã ou no lanche. O quitute é único e, desde o período colonial, não perde o lugar na mesa dos brasileiros. Acompanhado de café coado na hora, o bolinho é mais uma das heranças portuguesas presentes na gastronomia nacional. Mesmo importada dos vizinhos lusitanos, é praticamente da família.

Maria Helena Herval, proprietária da Quitanda de Minas, sabe que poucos resistem a uma broa quentinha saída do forno: “Ela pode ser servida grande ou pequena, salgada ou doce, recheada ou não. É justamente essa versatilidade que justifica a popularidade do bolinho”. Sem citar o preço e a facilidade de encontrar os ingredientes que compõem a receita.

A empresária costuma acrescentar ervas finas, especiarias, presunto, calabresa e pastas em suas receitas salgadas. Nas doces, nenhum recheio compete com chocolate ou doce de leite. O importante é o bolo ter uma textura consistente. “É uma receita da minha família que eu trouxe de Coromandel, cidade mineira onde passei minha infância”, afirma.

No Quitanda de Minas, a broa custa R$ 32 o quilo. Os quitutes mineiros, grandes companhias para um café, reinam absolutos no estabelecimento, fundado há 13 anos. A loja ainda oferece pães, roscas, biscoito de queijo, bolos caseiros e queijo da Serra da Canastra.

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