Brasília-DF,
22/SET/2017

Coprodução entre Brasil e Uruguai estreia Gilson Vargas nos longas-metragens

Filme lírico e profundo leva o espectador a acompanhar os passos de Pedro, em busca do pai

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Anna Beatriz Lisbôa - Especial para o Correio Publicação:28/08/2015 06:00Atualização:28/08/2015 10:29

As narrações em off tiram o brilho da bela fotografia de Dromedário no asfalto (Pata Negra/ Divulgação)
As narrações em off tiram o brilho da bela fotografia de Dromedário no asfalto

Coprodução entre Brasil e Uruguai, Dromedário no asfalto é a estreia do diretor gaúcho Gilson Vargas em longas-metragens. Em sua experimentação, o lirismo se impõe ao narrativo, enquanto seguimos os passos pouco firmes de Pedro que, entre distrações etílicas pela estrada, procura pelo pai.


O longa é um tipo de road movie existencial, em que o protagonista cruza a pé o limite entre o Rio Grande do Sul e o país platino. Nessa jornada, o objetivo é difuso e os acontecimentos são raros; o que importa é a grandeza da paisagem e o seguir adiante.


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Embora conte com uma fotografia sensível e com um protagonista que conquista pela naturalidade, falta substância aos devaneios filosóficos. A voz em off que divaga sobre o silêncio contamina o filme com o lugar comum.

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