Brasília-DF,
25/SET/2017

Enólogo Marcio Moualla comenta sobre o plantio de uvas no Chile

O país começou a investir na produção na década de 1900, quando vários rótulos do país ganharam prêmios em degustações às cegas

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Mariana Vieira - Especial para o Correio Rebeca Oliveira Vinicius Nader Publicação:25/10/2013 06:12Atualização:24/10/2013 14:39

Marcio Moualla, da Terra Matter, importa exclusiva-mente vinhos do Novo Mundo (Breno Fortes/CB/D.A Press)
Marcio Moualla, da Terra Matter, importa exclusiva-mente vinhos do Novo Mundo
Se a Argentina é famosa e reconhecida quase que unicamente por uma única vinha, o mesmo não se pode dizer sobre o Chile. “É uma terra de vinhas relativamente jovens, o que permite muitos experimentos e misturas”, aponta o enólogo Marcio Moualla, que ressalta, ainda, que, por não existir a cultura do DOC (denominação de origem controlada, certificação dada a várias regiões do mundo que garante que somente se pode plantar um tipo de vinha) no Chile, é possível plantar várias uvas, dentre as quais ele destaca a carmenére, cabernet sauvignon, shyrah, petit verdot e petit bordeaux.


Moualla explica que a distinção entre novo e velho mundo, no caso dos vinhos, tem a ver com a idade das plantas. “Uma vinha mais nova tende a ser mais instável, precisa de mais atenção por parte do enólogo da vinícola. As vinhas mais antigas ganham uma estabilidade que se reflete no vinho”, explica.


Os vinhos chilenos começaram a chamar a atenção na década de 1990, quando vários rótulos do país ganharam prêmios em degustações a cegas. Desde então, o país passou a investir na produção. Com o investimento e pesquisa em vinhos, Marcio acredita que o país “tem chances de produzir os novos grandes rótulos do mercado”.

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