Brasília-DF,
20/JUL/2018

Chef do restaurante Figueira da Villa ensina modos de preparar parrillas

Miguel Riephoff manteve a tradição de seu país e troncos de eucalipto na grelha

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Mariana Vieira - Especial para o Correio Rebeca Oliveira Vinicius Nader Publicação:25/10/2013 06:10Atualização:24/10/2013 19:27

Parrileiro Uruguaio, Michelangelo Rilphoff, na Figueira da Villa La Parrilla (Iano Andrade/CB/D.A Press)
Parrileiro Uruguaio, Michelangelo Rilphoff, na Figueira da Villa La Parrilla

O chef Miguel Riephoff, do restaurante Figueira da Villa, tem quatro décadas de experiência em parrillas, a versão uruguaia ou argentina do churrasco brasileiro. A diferença entre os dois está na forma de preparo: em vez de assar a carne no espeto, ela é feita na grelha e separada por 15 centímetros da brasa. Devido a uma leve inclinação na grelha, a gordura da parrilla não cai diretamente na brasa. Isso gera menos fumaça e mantém o sabor original da carne.



Por suas raízes uruguaias, Miguel manteve a tradição de seu país e não usa carvão e, sim, troncos de eucalipto. “A carne ganha um gosto suave e uma aparência incomparável: tostada por fora e rosada por dentro”. O Figueira da Villa acompanha a tradição do vizinho. A picanha recebe o nome de tapa de cuadril, (R$ 58, a versão com 300g) e o contrafilé é batizado de bife chorizo (R$ 58). Um dos principais produtos de exportação do Uruguai, o cordeiro também tem vez no restaurante. A paleta sai a R$ 96.

Além dos 11 tipos de parrilla, o menu  oferece nove guarnições e três saladas variadas. “No Uruguai, servimos as parrillas apenas com batatas”, ressalta o chef. Novidade no cardápio, o menu executivo tem entrada, prato principal, com duas guarnições e sobremesa por R$ 45.

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