Brasília-DF,
26/SET/2021

Chef sai de parceria e abre casa especializada em parrilla

O restaurante se chamará Toro e está previsto para abrir na segunda semana de fevereiro,

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Liana Sabo Publicação:06/12/2013 06:14

Fábio Gregol convocou o tocantinense Alexsandro Panta (E) para participar do projeto (Geyzon Lenin/Esp. CB/D.A Press)
Fábio Gregol convocou o tocantinense Alexsandro Panta (E) para participar do projeto

Brasília ganhará mais um endereço especializado em parrilla, desta vez na 104 Sul, Bloco C. Capitaneada por Fábio Gregol, que vendeu sua parte no El Negro justamente para iniciar voo solo na nova casa, ele servirá “o que há de melhor na tradição gastronômica do Rio Grande do Sul, da Argentina e do Uruguai”, explica o restaurateur gaúcho, formado em administração hoteleira.

Previsto para abrir na segunda semana de fevereiro, o restaurante se chamará Toro e terá capacidade para mais de 200 lugares, dos quais 180 no salão térreo e 40 na sala vip, no primeiro andar. O projeto é assinado pelas arquitetas Monica Pinto e Isabel Veiga, que optaram por usar tijolinho, cimento e madeira numa ambientação descrita como rústico chique.

Cortes premium

A Argentina e o Uruguai são conhecidos mundialmente pela qualidade de suas carnes. Sua população é a que consome maior quantidade de carne per capita. Os camponeses, chamados gauchos (sem acento), são especialistas na elaboração do asado ao modo rural com as porções de carne sobre um assador de ferro, que se finca na terra rodeando um fogão de lenha. O método deu origem à parrilla, uma grelha de aço maciço sobre carvão em que as peças são assadas lentamente.

Fábio convocou o tocantinense Alexsandro Panta, com quem trabalha há 13 anos (primeiro no L´Affaire e depois no El Negro), para ser o chef executivo do Toro, que servirá almoço e jantar todos os dias. No cardápio, ancho, chorizo e picanha argentinos; do Uruguai, asado de tira, vacio (fraldinha) e costela larga, tal como é feita nas parrillas do Mercado del Puerto, em Montevidéu.

 

Especialidades

Outra iguaria uruguaia é o chivito, um bom naco de carne de churrasco servida no pão fechado, como sanduíche. Ele faz parte da memória gustativa do restaurateur, assim como o lombinho com queijo, que havia no Barranco, famosa churrascaria de Porto Alegre. A pegada brasileira da casa será defendida pela carne de sol, pela mandioca e por algum peixe, como a tilápia, cujo desempenho na parrilla ainda está em testes.

O toque mais artesanal do menu será dado pela Dinda, como é conhecida a sogra do Fábio, Dona Maria de Lourdes, que fundou, com o marido Arnaldo Sonda, a Galeteria Gaúcha, 25 anos atrás. É dela a receita da deliciosa maionese de batata e da sobremesa de ambrosia, que irá à mesa aquecida.

COMENTÁRIOS

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valdivino barbosa ribeiro 09 de Dezembro às 15:41

SEM SOMBRAS DE DUVIDAS SERÁ UM SUCESSO , SÃO DOIS GRANDES PROFISSIONAIS QUE COMANDARÁ A CASA ,DOIS NOMES FORTES NO MEIO GASTRONÔMICO DE BRASÍLIA , DESEJO MUITO SUCESSO NA NOVA EMPREITADA ..

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