Brasília-DF,
28/MAR/2020

Canais investem em reality shows de tatuagens que bombam mundo afora

Ao invés de três artistas que não se relacionam, o reality que estreia nesta segunda-feira (10/03) no A&E brasileiro tem base na relação de 20 anos entre dois amigos para cativar o público

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Publicação:09/03/2014 06:04Atualização:07/03/2014 13:54

Estreando nesta segunda-feira no Brasil, os protagonistas da série Bad ink, com muito humor, buscam tatuagens mal feitas para consertá-las (A&E/Divulgação)
Estreando nesta segunda-feira no Brasil, os protagonistas da série Bad ink, com muito humor, buscam tatuagens mal feitas para consertá-las
 

Tatuadores e suas peripécias parecem mesmo ter conquistado um espaço na programação da tevê fechada. Desde 2005, quando o extinto Miami ink se popularizou, diversos programas que acompanham o cotidiano de estúdios de tatuagem surgiram com as mais diversas variações do estilo. Muitos deles foram remanescentes diretos do grupo liderado por Ami James.

O canal TLC foi o principal responsável por essa difusão. As histórias por trás das tatuagens e os personagens, além das confusões que ocorriam entre os tatuadores, fizeram tanto sucesso que mais três produções foram feitas pelo canal. A última delas, Tatuagens terríveis, ganhou, em 2013, uma variante na concorrência: o Bad ink, do canal pago A&E.

Basicamente, o fio condutor dos dois programas é o mesmo: pessoas que fizeram tatuagens desastrosas conseguem a chance de consertar um erro até então sem solução. Ao invés de três artistas que não se relacionam, o reality que estreia nesta segunda-feira (10/03) no A&E brasileiro tem base na relação de 20 anos entre dois amigos para cativar o público.

Dirk Vermin e seu ajudante Rob Ruckus moram em Las Vegas e vivem em busca de tatuagens mal feitas e do significado que cada uma delas deveria ter para os donos. Paralelo a isso, a vida movimentada de Dirk, que, além de tatuador, é escritor, pintor, músico e pai solteiro de duas meninas, vale muitas risadas. Tudo bem voltado para o humor, assim como o reality de maior sucesso do canal, Reis dos Patos.

 

Debandada
Após dois anos na equipe de Ami James em Miami, a tatuadora Kat Von D (foto) pediu demissão do programa por conflitos com outros participantes e por não ter se adaptado à cidade. Sua volta para Los Angeles foi a oportunidade de criar o próprio estúdio de tatuagens em parceria com o canal e a produção de um reality próprio, o LA ink, que ficou no ar por quatro anos.
Versão brasileira

O extinto canal People&Arts, responsável pela transmissão dos inks no Brasil, chegou a produzir uma versão nacional do Miami ink, em 2008. No entanto, o Rio ink não resistiu por mais de uma temporada.

Voltou com tudo

Em 2011, o protagonista do Miami ink, Ami James, lançou outro reality show. Desta vez, em Nova York, o programa teve três temporadas até 2013. O primeiro ciclo tinha uma média de público que chegava a 1,3 milhão de pessoas por episódio.

Enquanto isso…
O Bad ink já está em sua segunda temporada nos EUA. O programa caiu tanto no gosto dos norte-americanos que hoje sustenta uma audiência que varia entre três e quatro milhões de espectadores por episódio.

Multiuso
Dirk Vermin lançou um dos primeiros álbuns de punk rock em Las Vegas (Sex on planet X, de 1989). Ele tem mais cinco discos na bagagem. O parceiro de reality Rob Ruckus é o baterista da banda.

Tags: bad ink celular

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