Brasília-DF,
23/SET/2017

Eu vi: colunista comenta o sucesso de realitys musicais na programação nacional

Destaque para atrações como Superstar e The Voice

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Diego Ponce de Leon Publicação:26/04/2015 06:35
Primeira temporada do Superstar, em 2014 (João Miguel Júnior/TV Globo)
Primeira temporada do Superstar, em 2014
O brasileiro é bom de voz. Só pode. A quantidade de programas, atrações e realities debruçados na busca pela próxima "estrela da música" é impressionante. Ou, talvez, as vozes não sejam lá grande coisa, mas a tal da competição renda boa audiência.

O quadro Iluminados, no Faustão, rendeu recorde de audiência no domingo passado. E, cá entre nós, nem todos tinham essa luz toda. Na própria Globo, temos ainda o Superstar. No SBT, o Raul Gil continua atrás de um grande voz, como faz desde 1830. Fora as atrações que, no momento, não estão no ar, como The voice e Ídolos.

O melhor talvez seja a diversão propiciada pelos jurados, que, ironicamente, parecem pouco entender de música. Que o digam Cláudia Leitte e Zezé Di Camargo. O pior, sem dúvida, é a escolha das tais futuras estrelas da música. Mais uma vez, um reflexo frustrante de um público que endeusa Luan Santana e Anitta e ignora Chico Buarque e Maria Bethânia. Não se trata de uma crítica ao Luan, mas de uma súplica pelos talentos de outrora, que já foram populares e hoje são segmentados como cults. De fato, Caetano, eu não entendo nada!


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