Brasília-DF,
22/SET/2017

Programas da TV aberta investem em qualquer coisa

A crise atingiu os canais de televisão. O programa É de casa é a prova disso

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Diego Ponce de Leon Publicação:13/09/2015 06:03
 (Globo/ Renato Rocha Miranda)

A tal da crise assola todos os setores. Fala-se em crise econômica, crise no jornalismo, crise ambiental, crise existencial, crise de identidade. Mãe Menininha! Com a televisão, a história se repete. Novelas não dão a audiência de outrora, programas de auditório soam antigos, a Xuxa foi para a Record, o brasileiro descobriu as séries e por aí vai.

Por enquanto, ainda não há um diagnóstico claro do que funciona ou não. Por isso, atira-se para todos os lados. Assim nascem programas como o É de casa, mistura de Encontro com Fátima Bernardes, Bem estar, Mais você, Globo rural, Fantástico, Programa do Ratinho, Roda viva e TV fama. Ou seja, um samba do branquelo, mulato, caboclo, cafuzo e albino doidos.

Ao apostar em toda e qualquer pauta, o programa não se define. Mas o pior é ainda investir em um público que, supostamente, seria formado somente por donas de casa. Portanto, uma proposta de 1940. No meio tempo, André Marques, Cissa Guimarães, o pedante Tiago Leifert e outros 47 apresentadores vão quebrando abajures pela casa, jurando que estão arrasando. Coitados. Fazem o que podem. Será que a culpa é da Dilma?

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