Brasília-DF,
18/SET/2021

Recém-aberto na cidade, restaurante pratica culinária italiana em cardápio

De início reduzido, o cardápio irá se avolumando à medida que forem testadas as sugestões

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Liana Sabo Publicação:01/11/2013 06:10Atualização:31/10/2013 13:10

No menu de Eduardo e Fabiany, há polenta cremosa com linguiça e filé envolto em Parma com risoto ( Ed Alves/CB/D.A Press)
No menu de Eduardo e Fabiany, há polenta cremosa com linguiça e filé envolto em Parma com risoto

“A decoração, a iluminação e a sonorização foram idealizadas para que você esteja muito à vontade... como em sua casa”. Com essas palavras, o casal Fabiany Damasceno e Eduardo Macedo apresenta, na primeira página do menu, as boas-vindas do Limoncello, uma trattoria muito chique com mobiliário de época e antiguidades, além de uma coleção de pratos de cerâmica que levam motivos do limão siciliano, cujo licor dá nome à casa.

Aberto há uma semana, na ponta do Bloco A, da 408 Sul, o restaurante pratica culinária italiana com cardápio enxuto no qual despontam pratos típicos de regiões turísticas, como Cinque Terre e Costa Amalfitana. Com uma forte pegada romântica, os jantares são servidos à luz de vela e ao som de piano, violino e sax. No repertório, lounge e jazz.

Projeto conjunto

Empresária, Fabiany é dona da grife Capoarte, que tem duas lojas em shoppings, enquanto os pais são pioneiros no comércio de roupas masculinas com a loja Albert’s, aberta há 48 anos na Rua da Igrejinha. Ela tem como hobby a gastronomia, a ponto de ter participado de workshops com chefs de sua predileção, como Roberta Sudbrack e Luciano Boseggia. Por isso, não viu qualquer dificuldade em elaborar o menu e supervisionar a cozinha entregue a subchefs que executam suas receitas.

Já Eduardo Macedo, aos 15 anos tomava conta do caixa do Orvieto, cantina fundada pelo seu pai Alfredo Macedo, na 306 Norte, que foi, nos anos 1980, um point da cozinha italiana na cidade. Agora, com a mulher, Fabiany, Eduardo sentiu “necessidade de um ambiente sofisticado, mas informal, com boa comida”, justifica. Assina o bonito projeto com três pisos (cozinha no mezanino e adega lounge no subsolo) a arquiteta Nedjma França. Grades de ferro batido e painel da fachada são de autoria do artista plástico Nemm, enquanto a logomarca foi feita por Cris Conde, cujas gravuras com limão são vendidas na casa.

Iguarias selecionadas


De início reduzido, o cardápio irá se avolumando à medida que forem testadas as sugestões, como risoto de polvo grelhado, bacalhau assado ao forno com batatas, ovo de codorna, cebola e alho e lagosta com risoto de abóbora e queijo brie. Nos primeiros dias de softopening, disparou o medalhão grelhado, envolto em presunto de Parma com molho de vinho do Porto e mel acompanhado de risoto parmesão (R$ 79).

Outra iguaria-mais-pedida é a suave polenta ao molho de linguiça toscana servida em taça de vidro como se fosse drinque (R$ 19), além do tartar de manzo com Ardbeg (carne bovina com molho de uísque escocês) por R$ 35. Há um clássico robalo com risoto de limão siciliano e um fettuccine ao molho de camarão da casa, ambos por R$ 79. No capítulo sobremesa, o destaque é tiramissù em três camadas com delicioso mascarpone e licor Mozart, numa criação de Dona Zina, ex-confeiteira do Antiquarius Grill. Integra a equipe o gerente Celso Kloss e o sommelier português Pedro Palacio. Reservas pelo telefone: 3226-3208.

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