Brasília-DF,
15/OUT/2018

Festival Brasilidade Cultural junta atrações de samba, forró e sertanejo

O evento tem programação marcada para esta sexta e sábado na área externa do Ginásio Nilson Nelson

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Maíra de Deus Brito Publicação:17/10/2014 06:00Atualização:17/10/2014 08:29
Diogo Nogueira: samba de qualidade para o brasiliense
 (Romulo Juracy/CB/D.A Press)
Diogo Nogueira: samba de qualidade para o brasiliense

Sexta e sábado, a cidade recebe o festival Brasilidade Cultural, com atrações do samba, do forró e do sertanejo, entre outros gêneros. Criado para celebrar os 50 anos dos festivais no Brasil, o grupo gaúcho Os Festivaleiros viaja no tempo e resgata canções marcantes da música popular brasileira.

“Nosso repertório contempla desde os primeiros sucessos, como Alegria, alegria, de Caetano Veloso, e Arrastão, de Edu Lobo, até os últimos, como Escrito nas estrelas, conhecida na voz de Tetê Espíndola”, conta a intérprete Adriana Sperandir.

Ao lado de Victor Hugo e de uma big band, ela participa de festivais atuais no Rio Grande do Sul, em Minas Gerais e em São Paulo. “Será a nossa primeira vez em Brasília e estamos ansiosos. O show será em um evento grandioso, com um forte caráter cultural e popular. Acho que nossa apresentação terá uma boa receptividade na cidade”, afirma. Zeca Pagodinho, Rick & Renner e Falamansa — que toca músicas do CD mais recente, Amigo velho — completam as atrações de hoje.

Parceria

Sábado, a programação conta com shows de Renato Teixeira e Sérgio Reis, Diogo Nogueira, O Teatro Mágico e Dhi Ribeiro. No espetáculo Amizade sincera 2, Renato e Sérgio celebram os mais de 50 anos de parceria com clássicos da música sertaneja rural, como Deus e eu no sertão e Beijinho doce. A noite também terá as inéditas A vista da canção e Imenso jardim.

Única atração da cidade, Dhi promete uma apresentação pra cima, com partido-alto, samba-rock, samba romântico e pagode. “Começo com sucessos como Cai dentro e Eu, hein Rosa. Passo por músicas de Jorge Aragão, Péricles e Arlindo Cruz, até chegar às canções do meu CD, Manual da mulher”, adianta.



Três perguntas  Zeca Pagodinho

O repertório do show de hoje terá músicas do trabalho mais recente?

Sim. A apresentação é baseada no CD e DVD Zeca Pagodinho 30 anos — Vida que segue, lançado em abril de 2013. Cada parte do show passeia por uma década diferente. Aquarela brasileira, Diz que eu fui por aí e Foi um rio que passou em minha vida são algumas músicas que devem rolar.

Quais são os projetos para 2015? Tem disco novo a caminho?

Com certeza! Em março, depois do carnaval, entro em estúdio para gravar um CD de inéditas.

Como é para você cantar em um evento democrático, que reúne artistas de diversos gêneros, como samba, forró e sertanejo?

É ótimo! Conheço alguns artistas da programação e me dou bem com todo mundo. Sei que os brasilienses vão curtir meu show. Já cantei para o público do rock no Planeta Atlântida (festival de música em Florianópolis) e o pessoal ainda pediu bis! (risos)

Brasilidade Cultural
Sexta e sábado, às 21h, na área externa do Ginásio Nilson Nelson (Eixo Monumental). Os preços dos ingressos variam de R$ 40 a R$ 1.400 (valores de meia-entrada e 1º lote). Assinantes do Correio têm 60% na compra de um ingresso para o camarote (limite 300 ingressos) e 50% na mesa (limitado a 30 mesas por dia). Informações: 8228-0613; 9941-4355 e no site www.bilheteriadigital.com. Não recomendado para menores de 16 anos (pista) e 18 anos (área open bar)

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