Brasília-DF,
21/OUT/2017

Elza Soares apresenta uma verdadeira obra-prima em Brasília

O álbum 'A mulher do fim do mundo' carrega elogios internacionais, e agora chega a capital

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Irlam Rocha Lima Publicação:31/03/2017 06:02
Elza Soares tem sido mundialmente elogiada por 'A mulher do fim do mundo' (Thiago Sabino/Estudio Carbono)
Elza Soares tem sido mundialmente elogiada por 'A mulher do fim do mundo'


Premiado com o Grammy Latino, elogiado pelo New York Times e outros importantes veículos da imprensa internacional, o álbum A mulher do fim do mundo colocou Elza Soares num patamar ainda mais alto na música popular brasileira. O disco que coleciona troféus no país resultou num espetáculo elogiadíssimo, que voltará a ser apresentado neste fim de semana na cidade.
 
Amanhã, às 17h30 e às 21h, e domingo, às 19h, o show estará em cartaz no Teatro da Caixa, e quem não viu Elza em setembro de 2016 no festival Satélite 061, na Praça da Torre de TV, poderá apreciar um dos momentos mais impactantes na trajetória dessa diva, que tem encantado as plateias por onde passa. Ela é dirigida por Guilherme Kastrup, que também assinou a produção do CD.
 
Em cena, a cantora tem a companhia da banda formada por Kiko Danucci (guitarra e violão), Rodrigo Campos (guitarra), Marcelo Cabral (baixo acústico, baixo elétrico e violão de 7 cordas) e Felipe Roseno (percussão). Rubi, cantor brasiliense radicado em São Paulo, faz participação especial, em Benedita, canção composta por Celso Sim e Pepê Mata.
 
No repertório, as músicas do A mulher do fim do mundo, como a que dá título ao projeto, de autoria de Rômulo Froes e Alice Coutinho, Maria de Vila Matilde (Douglas Germano), Luz vermelha (Kiko Danucci e Clima) e Firmeza?! (Rodrigo Campos), se juntam a sucessos anteriores, entre os quais A carne (Seu Jorge, Marcelo Yuka e Wilson Capellette), Malandro (Jorge Aragão), Pressentimento (Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho) e Volta por cima (Paulo Vanzolini).
 
“Estou encantada com a acolhida que o A mulher do fim do mundo vem recebendo nos locais onde o show é apresentado. Mesmo no exterior, em países como Portugal, Alemanha e Holanda, onde estive no ano passado, a mensagem que passo foi compreendida e tem levado as pessoas a refletir. Cada vez mais, a mulher precisa se conscientizar e ir contra todo e qualquer tipo de agressão que venha a receber, enfrentando e denunciando quem a pratica. Nesse sentido, a música Maria de Vila Matilde é simbólica ao expressar nosso sentimento.”


SERVIÇO

 
A mulher do fim do mundo

Teatro da Caixa (Setor Bancário Sul).
Amanhã, às 17h30 e às 21h, e domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia).
Classificação indicativa livre.

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