Brasília-DF,
25/FEV/2018

Tradicional evento Porão do Rock reunirá 26 atrações no Mané Garrincha

Baiana System, Sepultura, Dona Cislene, Lupa e Tarot são as principais atrações do evento que contará com três palcos

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Alexandre de Paula- Especial para o Correio Publicação:24/11/2017 06:00Atualização:24/11/2017 13:53
A banda Dona Cislene é uma das atrações do Porão do Rock  (Tropi Press/Divulgação)
A banda Dona Cislene é uma das atrações do Porão do Rock

  
Um dos mais duradouros festivais do país, o Porão do Rock chega no sábado (25/11) à 20ª edição. O evento apresenta, no estacionamento do Estádio Nacional Mané Garricha, 26 atrações (12 nacionais e 14 locais).
 
Baiana System, Sepultura e Elza Soares são algumas das atrações nacionais do festival. Entre os brasilienses, estão bandas como Dona Cislene, Lupa e Tarot.
 
Neste ano, o Porão mantém a estrutura com três palcos. Dois deles estarão posicionados lado a lado (para que, ao término do show em um, já possa começar a apresentação no outro). O terceiro, destinado para bandas de rock pesado, ficará na parte de trás e terá programação independente.
 
Guitarrista da banda brasiliense Dona Cislene, Guilherme de Bem destaca a emoção de tocar no porão pela terceira vez. “Para mim, é o melhor festival do Brasil. Já tocamos em muitos festivais no país, mas o Porão é sempre diferente”, conta.
 
O festival tem previsão de 12 horas de duração e terá, além dos shows, praça de alimentação, espaço para esportes radicais e estandes voltados para sustentabilidade e ciclistas (comandado pela ong Rodas da Paz).

Serviço
Porão do Rock
Várias atrações. No estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha. Sábado, a partir das 15h. R$ 20 (meia-entrada) + 1kg de alimento não perecível. Classificação indicativa: 16 anos.


Duas Perguntas // Guilherme de Bem

Vocês começaram em Brasília e ganharam destaque no país, com vários shows pelo Brasil inteiro. O que mudou nesse processo?
 
Começamos em Brasília mesmo, na escola, somos amigos de infância. Nada mudou, só viramos mais profissionais. A gente ainda tem essa amizade. E acho que é isso que liga a gente e é isso que a gente consegue passar para os fãs e para o público. Então, nada mudou.
 
Como vocês enxergam o cenário do rock brasiliense atual?
 
A gente roda bastante. E não consigo enxergar em outro lugar o que temos em Brasília. Nossa diversidade do rock é muito forte. Geralmente o rock de cada região é bem parecido entre si, mas o de Brasília é completamente diferente. Aqui tem muita criatividade, muita coisa nova. Se a galera pensar um pouco mais e abrir a cabeça, a gente tem tudo para voltar a ser a capital do rock mesmo. Isso está perto. O rock de Brasília ainda tem muito a apresentar para o Brasil.

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