Brasília-DF,
25/ABR/2018

'Nosso segredinho': Dilsinho apresenta show do novo trabalho neste sábado

Músico conversou com o Correio sobre o trabalho na música, sucessos, YouTube e projetos futuros

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Ronayre Nunes* Publicação:16/03/2018 06:00Atualização:16/03/2018 09:32
Para Dilsinho, gênero musical não é uma regra:
Para Dilsinho, gênero musical não é uma regra: "Graças a Deus, a música está muito globalizada e eu consigo trabalhar com vários ritmos"

 
Com apenas 25 anos, a nova sensação da música brasileira está desembarcando em Brasília. O sambista Dilsinho apresentará neste sábado as músicas do último trabalho, o álbum Nosso segredinho. Mesmo próximo do samba, Dilsinho faz questão de explicar que a produção vai além de qualquer rótulo.
 
“Desde que eu comecei a tocar em barzinho, com 14 anos, eu ouvia de tudo e, graças a Deus, a música está muito globalizada e eu consigo trabalhar com vários ritmos. No começo, as pessoas estranharam, porque era uma coisa nova, mas agora a gente já está mais estabilizado, está melhor”, defende.
 
Entre os sucessos estão Refém e Cansei de farra. “Serão músicas que as pessoas conhecem e cantam. Algumas do meu primeiro disco e algumas interpretações de outros artistas”, aponta.
 
A internet é forte pilar da obra de Dilsinho: “Eu comecei como compositor desde cedo. O Alexandre Pires foi um dos primeiros a gravar uma música minha, depois disso uma galera foi conhecendo mais o meu trabalho. Eu também fiz um canal no YouTube, que já tem quase   1 milhão de inscritos, e estou chegando a outras cidades. Estou em um momento muito bom. Este ano, a gente vai lançar um EP com algumas músicas inéditas e participação de Ivete Sangalo”.
 
Sobre os desafios de despontar como o novo sucesso do país, Dilsinho lembra que o trabalho duro vale a pena. “Eu fico muito feliz, hoje, de poder viver de música. É difícil a gente viver do que a gente gosta no Brasil, eu sou um privilegiado por isso, mas não é fácil. Os degraus não acabam, eles só mudam de tamanho. Mas eu sou um cara sonhador e sempre acreditei muito, tive muita fé e o importante é a gente acreditar em nós mesmos, fazer o nosso trabalho e continuar nossa missão”, sintetiza.

*Estagiário sob a supervisão de Vinicius Nader

Serviço

 
Dilsinho
Bamboa Brasil (SHS, Tc 3, cj 22; 3334-4450), neste sábado às 22h. Ingressos a R$ 40 (frente ao palco), R$ 60 (camarote). Não recomendado para menores de 16 anos.

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