Brasília-DF,
20/NOV/2018

Homenagem a Chet Baker promete muito jazz no CCBB

Leonel Laterza, Rogério Midlej e Tico de Moraes acompanhados de Flávio Silva, Daniel Castro, Pedro Almeida e Marcos Santos farão show nesta sexta (20) no CCBB

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Ronayre Nunes* Publicação:20/07/2018 06:00Atualização:19/07/2018 15:11
Leonel Laterza, Rogério Midlej e Tico de Moraes estão no comando de homenagem a Chet Baker (Divulgação/AssessoriaCCBBBrasília)
Leonel Laterza, Rogério Midlej e Tico de Moraes estão no comando de homenagem a Chet Baker


My funny valentine, I get along without you very well, Let’s get lost, There will never be another you, Embraceable you. O repertório baseado na obra do ícone do jazz, Chet Baker, embalará o público do CCBB. À frente da homenagem com traços de viagem no tempo estão Leonel Laterza, Rogério Midlej e Tico de Moraes acompanhados de Flávio Silva (piano), Daniel Castro (baixo acústico), Pedro Almeida (bateria) e Marcos Santos (trompete). Eles compõem o elenco do espetáculo Chet Baker – retratos musicais.
 
“Já faz mais de dois anos que tenho essa ambição, esse sonho de fazer uma homenagem a Chet Baker. Ele foi um músico diferenciado, que vinha com uma voz suave no jazz. Eu encontrei o Tico e Rogério e a gente pensou na ideia, pois temos nele uma referência musical, já interpretávamos as músicas deles em outras apresentações”, conta Leonel.
 
Leonel Laterza: homenagem veio da inspiração pelo norte-americano (Ana Art/Divulgação)
Leonel Laterza: homenagem veio da inspiração pelo norte-americano
 
 
O cantor ainda lembrou que o público da cidade foi especialmente escolhido para a apresentação, graças às referências do gênero da capital. “É uma manifestação de homenagem ao artista que morreu há 30 anos, e, como aqui em Brasília tem muitas referências ao jazz, a gente pensou em trazer o show para cá. O show é uma celebração, ao mito que foi o Chet”, comenta.
 
Para os que acham que a época do ouro do jazz passou, Leonel Laterza defende que o gênero passou por mudanças, entretanto, segue firme perante inovações. “O jazz se modificou muito, tem tantas vertentes que é difícil a gente comparar com o que era antigamente; Hoje temos muito acesso a fórmulas de se tocar, a técnicas, que talvez seja deixada um pouco de lado a emoção. É exatamente isso que esse espetáculo propõe: entender o jazz como uma música do coração”, acredita.
 
* Estagiário sob a supervisão de Vinicius Nader 

Serviço

Chet Baker – Retratos Musicais
CCBB (SCES Tc 2; 
3108-7600). Nesta sexta-feira (20), às 20h30. Ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Não recomendado para menores de 14 anos.

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