Brasília-DF,
13/DEZ/2018

Peça propõe mergulho no lúdico

A peça 'Quando os elefantes saem para passear' leva o público a uma viagem por um universo lúdico. Sem diálogos, o espetáculo aposta em metáforas da própria existência humana.

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Ronayre Nunes* Publicação:14/09/2018 06:02Atualização:13/09/2018 18:20

Espetáculo terá cenário, iluminação e elementos teatrais especiais (Studio Sartoryi/Divulgação)
Espetáculo terá cenário, iluminação e elementos teatrais especiais

 

“A metáfora do elefante se refere a nós mesmos, de como neste mundo difícil a gente pode ir criando essa casca, uma distância. Mas, ao mesmo tempo, a gente também consegue manter uma ternura interna. O espetáculo é como se fosse um sonho, que, às vezes, não tem palavras, mas tem textura, e nos emociona”, aponta a dramaturga e diretora brasiliense Marcela Hollanda. 

 

No palco, estão os atores Karla Juliana, Marcelo Lucchesi e Renata Cardoso. “Eu trabalho com uma pauta musical que já ajuda o público a alcançar esses sentimentos propostos. É uma trilha que vai de Bach, até as músicas mais minimalistas, além de toda a iluminação”. 

 

Com experiência de lecionar há mais de 20 anos, essa não é a primeira vez que Marcela aposta em uma peça sem diálogo. “Parece uma proposta nova, mas está aí há mais de 100 anos. O que está em jogo é o espaço, os elementos da encenação. O teatro existe em milhões de formas, eu não estou inaugurando nada, o que estou fazendo é só ir para um contexto mais teórico, com um gênero híbrido”, afirma.

 

*Estagiário sob a supervisão de Vinicius Nader

 

Serviço

Quando os elefantes saem para passear

Teatro Garagem (Sesc 913 Sul). Sexta, às 20h. Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Não recomendado para menores de 14 anos

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