Brasília-DF,
28/FEV/2020

Espetáculo 'Sem cerimônia' com Fernanda Gentil está de volta a Brasília

No palco, a jornalista compartilha experiências profissionais e pessoais

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Roberta Pinheiro Publicação:17/01/2020 06:01Atualização:16/01/2020 20:25

A jornalista tem como características a irreverência e a espontaneidade (Sem cerimonia/Divulgação)
A jornalista tem como características a irreverência e a espontaneidade

 

Depois de uma temporada de sucesso e teatro cheio, a carioca Fernanda Gentil está de volta com o espetáculo Sem cerimônia. Em pouco mais de uma hora, a jornalista divide com o público experiências pessoais e profissionais com a irreverência e a espontaneidade que viraram característica da apresentadora. Contudo, também convida o espectador a compartilhar, cantar, se divertir e refletir.

 

A montagem, uma ideia da própria Fernanda e adaptada por Léo Fuchs, ator e produtor do espetáculo Meu passado não me condena, de Fernanda Souza, tem duas sessões neste sábado (18/1), às 19h e às 21h30, no Teatro Royal Tulip.

 

Ao contar sobre os bastidores do jornalismo esportivo e da televisão, Fernanda faz questão de tocar em mensagens de respeito e humanidade. Para a jornalista, o espetáculo é também uma forma de encontrar a esperança que se busca ultimamente.

 
Entrevista // Fernanda Gentil 

 

Por que começar essa temporada com Brasília?  

Estamos começando 2020 em Brasília porque foi uma praça que nos recebeu muito bem no ano passado, fizemos sessão extra. E acertamos em cheio nessa escolha porque também já estamos na sessão extra esse ano.

 

Incorporou novas experiências? Experiências do 'Se joga'?

Sim, dentro das atualizações entra o Se Joga, o filme, as palestras. Resumidamente entram os projetos de 2019.

 

Você fala muito da relação com a plateia. Recebeu feedbacks do público que incorporou?

O retorno do público é o que me move para continuar com esse projeto, sem ele não existiria peça. Sempre com muito carinho, sempre de maneira muito quente, muito próxima, a gente promove uma corrente no final da peça. Quem foi sabe: é uma corrente do bem, com o único objetivo de ligar mais as pessoas mesmo sem se conhecerem. A maior prova de que estamos no caminho certo, e de que as pessoas estão também carentes desse sentimento, é que a corrente deu certo. Eu vejo nas redes sociais todo mundo postando e seguindo à risca o que a gente propõe na peça.

 

Teve alguma história da última temporada, dessa relação com a plateia, que te marcou?

As histórias que mais me tocam são sempre as que escrevem para mim nas cartinhas. Eu adoro receber carta. É um momento que eu acho que a pessoa para alguns minutos do dia e se abre para mim, confia em mim e abre o coração. Eu recebo as mais diversas histórias, sobre os mais diferentes assuntos. Então, me toca muito saber que uma pessoa que não me conhece direito, que não teria porque gostar de mim, muito menos confiar em mim, mas por algum motivo, ela acha que eu devo saber uma parte da vida dela e, normalmente, é uma parte muito importante. Essas histórias escritas sempre me marcam muito.

 

Quais temas não podem faltar?

A gente fala de solidariedade, compaixão, empatia, e um pouco da minha história

 

Depois de uma temporada dessa experiência no palco, qual foi o maior aprendizado? E o maior desafio? O que espera dessa segunda temporada?

O maior aprendizado é que o teatro me permitiu ver o rosto e conhecer as histórias de quem gosta de mim. Isso não tem preço. O desafio foi viajar tanto e ficar fora de casa por muitos finais de semana. E eu espero que essa segunda temporada divirta, emocione e entretenha muita gente. 

 

 

 

Serviço

Sem cerimônia

De Fernanda Gentil. No Teatro Royal Tulip. Sábado, às 19h e às 21h30. Ingressos: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia-entrada) na Belini 113 sul (sem taxas) ou nas lojas/site da Bilheteria Digital. Não recomendado para menores de 14 anos. Assinante do Correio, na compra de até dois ingressos na Belini, paga R$ 50 no valor do ingresso.

 

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