Brasília-DF,
14/DEZ/2017

Canais da tevê aberta investem mais em produções para reconquistar o público

A Record viu nas séries bíblicas a oportunidade de consolidar um novo público

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Publicação:20/07/2014 08:03
 José do Egito: tevê norte-americana é a base da série bíblica 
 (Record/Divulgação)
José do Egito: tevê norte-americana é a base da série bíblica

O sucesso dos seriados norte-americanos no Brasil atraiu boa parte da audiência brasileira. Dados da Universidade Federal Fluminense mostram que 23% dos jovens brasileiros acompanham as produções estrangeiras. De olho nesse público, as emissoras da tevê aberta buscam adequar produtos tradicionais como as telenovelas às novas tendências.

A Record viu nas séries bíblicas a oportunidade de consolidar um novo público. Com cinco produções próprias exibidas desde 2010, a emissora conseguiu manter a audiência na casa dos 10 pontos em todas elas. A reprise de José do Egito, atualmente no ar, tem desempenho um pouco abaixo, entre cinco e seis pontos no Ibope. A minissérie, escrita por Vivian de Oliveira, foi lançada no início de 2013, com orçamento de R$ 22 milhões, locações no Chile, no Egito e em Israel e cidades cenográficas construídas no complexo RecNov, onde as novelas da emissora são gravadas.

Outra produção que recebeu uma atenção maior, mas em recursos tecnológicos, foi a novela O rebu, da Globo. A trama das onze é gravada em 4K, tecnologia superior à HD, e recebeu elogios da crítica pela fotografia cinematográfica. Porém, apesar da qualidade de imagem, o público só poderá ter noção real do aparato técnico quando a novela for lançada em Blu-ray — pois o padrão de TV digital adotado no Brasil (SBDTV) não suporta o novo sistema.

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