Brasília-DF,
23/OUT/2018

Ceviche é a pedida ideal para noites frias e dias secos

Com receita exclusiva, o Cru balcão criativo oferece ceviche fiel a culinária peruana

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Rebeca Oliveira Renata Rios Publicação:28/08/2015 06:02Atualização:28/08/2015 08:52

Ceviche quente? A iguaria com referências peruanas pode ser degustada no Cru Balcão Criativo (Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Ceviche quente? A iguaria com referências peruanas pode ser degustada no Cru Balcão Criativo

Poucas coisas são tão atrativas em dias de calor como um prato de ceviche. Mais que peixe marinado em suco de limão, o preparo é uma celebração ao frescor dos alimentos, que vai do coentro à pimenta utilizada, todos recém-colhidos antes de ir à mesa.


Ligado às tendências gastronômicas mundiais, o chef Lui Veronese, do Cru Balcão Criativo, trouxe uma novidade — o ceviche caliente (R$ 28), feito com peixe branco salteado na frigideira com salsa-brava. Na receita, na qual cortes de robalo são selados no leite de tigre cozido, o ceviche vira uma espécie de sopa refrescante.


Perfeito para ser degustado à noite, para espantar o frio que vem chegando e que contrasta com os dias quentes e secos. Nas taças, opte por um espumante brut ou rosé. Vinho branco cai bem e quem insiste no tinto tem no pinot noir uma boa casta para combinar ao preparo.


Foi o souschef da casa, o peruano Daniel Guerrero, quem apresentou a receita de ceviche “quente” a Lui, que ficou impressionado com a profusão de sabores e logo a incorporou ao novo menu do restaurante, lançado no fim deste mês.
É do país andino, aliás, que tem saído uma nova promessa de renovação na gastronomia mundial.


“O ceviche está para o Peru assim como a feijoada, para o Brasil. É o símbolo da identidade nacional”, explica Veronese.

Você sabia?

No Peru, há mais de 200 variedades de ceviche. O peixe mais comum é a corvina, enquanto, no Brasil o robalo prossegue como um dos mais utilizados. Para Lui Veronese, a melhor pedida para fazer em casa é a tilápia, que oferece bom preço e sabor. “Compre o peixe inteiro, e não pedaços. O aproveitamento é maior. Para reconhecer se ele está fresco, observe o brilho dos olhos e da pele”, ensina o chef.

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