Brasília-DF,
21/FEV/2018

Peça Punaré & Baraúna traz história de triângulo amoroso contado em canções

O diretor Hugo Roda e elenco levam aos palcos o resultado de uma densa pesquisa, sempre voltada para novas dramaturgias e uma utilização incondicional da expressão física

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Diego Ponce de Leon Publicação:22/05/2015 07:31
O calor, o suor e a poeira são componentes da saga
O calor, o suor e a poeira são componentes da saga

A primeira leitura sobre o novo espetáculo de Hugo Rodas com a companhia ATA, Punaré & Baraúna, lembra-nos de outra peça do diretor e professor meio uruguaio, meio brasiliense: Rosa negra— uma saga sertaneja.

Inclusive, um salve para esse trabalho de 2005, que trazia, entre outros, um Chico Sant’Anna impecável em cena. Vale ressaltar que talvez a única semelhança entre as iniciativas seja o ambiente agreste.

Nesta encenação, estaremos diante de um triângulo amoroso contado por meio de 11 canções originais. A escassez e aridez do sertão permeiam as vidas de Punaré e Baraúna, em um enredo baseado na obra Cansaço — A longa estação, do paulista Luís Bernardo Pericás.

Da mesma maneira que acontece em Ensaio geral, projeto anterior do ATA, diretor e elenco levam aos palcos o resultado de uma densa pesquisa, sempre voltada para novas dramaturgias e uma utilização incondicional da expressão física.

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