Brasília-DF,
17/OUT/2017

Hiperativo, Marcelo Tas segue com vários projetos além do programa CQC

Com um currículo extenso, o artista já atuou como diretor, roteirista e apresentador

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Juliana Figueiredo Publicação:23/03/2014 06:06Atualização:21/03/2014 09:22

Marcelo Tas acredita ter inovado o jornalismo com o CQC
 ( Band/Divulgação)
Marcelo Tas acredita ter inovado o jornalismo com o CQC

Marcelo Tas é provavelmente um dos caras que mais rodou entre canais televisivos no Brasil — Manchete, Gazeta, Globo, Record, Cultura, TVE, MTV, Canal 21, Band e Cartoon Network. Esse fato está ligado à versatilidade dele, que já desempenhou papéis variados: uma hora diretor, na outra roteirista, de repente ator e, ainda, apresentador.

“É um prazer poder trafegar da frente das câmeras para os bastidores da tevê. Tive a sorte de, desde o início, ser convocado para jogar em várias posições: escrever, editar, dirigir, atuar... Na televisão, não dá para ficar trancado em um só lugar”, reflete Tas.

O resultado dessa versatilidade do comunicador é o Custe o que custar (CQC) — atração da Band, que mistura jornalismo e entretenimento. O formato, no entanto, não é novidade para Tas. Em 1984, o fictício repórter Ernesto Varela encurralou Paulo Maluf com a pergunta: “Muitas pessoas não gostam do senhor, dizem que o senhor é corrupto. É verdade isso, deputado?” À época, a irreverência não era bem vista. Assim como hoje em dia.

“Mesmo quem critica é incapaz de negar que o CQC  virou uma referência em jornalismo e em humor. Trouxemos para o debate da política e da cidadania telespectadores, especialmente os mais jovens, que já tinham desistido do noticiário. Penso que estamos dando a nossa contribuição para o debate do Brasil”, opina Tas.

O programa, que iniciou a sétima temporada de 2014 na última segunda-feira, tem o desafio de se reinventar após um 2013 de queda na audiência. “Vivemos um momento gravíssimo. Quem não entender que o telespectador não é só mais o cara do sofá, e sim um ser ativo e articulante, só tende a sumir”, explicou.

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