Brasília-DF,
23/OUT/2017

Apresentadora Adriane Galisteu se redescobre em programas da tevê fechada

Sem programa na tevê aberta desde 2012, a loira trilha caminhos novos na carreira

Diminuir Fonte Aumentar Fonte Imprimir Corrigir Notícia Enviar
Publicação:26/10/2014 06:08
Mesmo com sucesso, Galisteu deseja voltar à tevê aberta
 (Caue Moreno/Divulgação)
Mesmo com sucesso, Galisteu deseja voltar à tevê aberta
É em nomes como Hebe Camargo, Bibi Ferreira, Marília Gabriela e Jô Soares que Adriane Galisteu busca a essência de um bom trabalho. Desde os 15 anos em busca do próprio espaço, a apresentadora já fez de tudo um pouco. O começo foi como modelo para ajudar a família, profissão que lhe garantiu projeção, sobretudo após o namoro com Ayrton Senna. Em seguida, Galisteu migrou para as artes cênicas, nas quais fez peças de teatro e se encontrou na televisão. Atualmente, ela encara o desafio de reinventar a carreira na tevê fechada. "Trabalho é comigo mesmo!", declara a loira.

Já fazem dois anos desde o fim do contrato com a Band. O Muito+, último programa ao vivo da apresentadora, não durou um ano na grade do canal. O problema foi o mesmo que a perseguiu em outras oportunidades: audiência.

O maior enigma de Galisteu sempre foi o porquê dela não emplacar nos números do Ibope, apesar das atrações comandadas pela loira atraírem investimentos publicitários. Por conta dessa característica, a ex-modelo migrou para a tevê fechada.

Ela apresentou no canal Investigação Discovery, o Paixões perigosas, em que narrava casos de crimes passionais. O resultado agradou e rendeu a renovação do contrato e a mudança dentro da rede. Agora, Galisteu comanda a faixa conhecida como Quartas de beleza, no Discovery Home & Health.

Em Dormindo com o meu estilista, ela acompanha histórias de casais e aconselha maridos na tarefa de mudar o guarda-roupa das esposas. Os resultados logo surgiram: a atração alavancou a audiência do horário em 135% e a apresentadora está confirmada no canal pelo menos até o fim do ano que vem.

Mesmo assim, ela não esconde a vontade de retornar à tevê aberta. "Estou mexendo meus pauzinhos para voltar. Eu gosto de programa ao vivo, de estar naquela doideira do Ibope. Eu sou do formato livre, solto, do programa de auditório. Aprendi a fazer televisão assim", finaliza.

Quem é?
Nome: Adriane Kelemen Galisteu Iódice
Idade: 41 anos
Nascimento: São Paulo, 18/04/1973

Não para
Dos grandes canais abertos, Adriane só não passou pela Globo. Ela foi apresentadora do Superpop, no início da Rede TV!, ganhou espaço na Record com o É show, foi para o SBT em 2004 e cinco anos depois estreou na Band. Antes disso, ela passou por CNT e MTV.

Caso aconteça...
Ela já tem em mente duas pessoas públicas para entrevistar em um programa na tevê aberta: um político e um ex-jogador de futebol. “Eu tenho vontade de fazer uma coisa bem diferente e bem solta com essas pessoas. Principalmente com o político, porque ele fica em evidência durante as eleições e depois que ganha, some, fica inacessível”, revela.

Três perguntas à Adriane Kelemen Galisteu Iódice

Tevê aberta e fechada: são mundos diferentes?

A maior diferença é o formato mesmo. A tevê por assinatura também dá trabalho, mas é mais simples. Quando estreia o programa, a temporada já está toda gravada.

Mas o que você pensa sobre o cenário atual da tevê aberta brasileira?
O negócio é que a tevê aberta é muito cíclica. Agora todos os canais estão iguais. Todos têm talk shows no mesmo horário, dramaturgia no mesmo horário… Ninguém arriscou ainda pra entrar com um diferencial na programação.

Ao analisar sua trajetória na mídia, você se arrepende de algo?
Eu sou humana e erro. As decisões que eu tomei na vida me fizeram ser a mulher que eu sou hoje. Eu definitivamente não perco tempo com nada. Falo quando tenho que falar, faço o que tenho que fazer… Eu cresci muito com isso e não me arrependo de nada.

COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva dos autores.

CINEMA

TODOS OS FILMES [+]

BARES E RESTAURANTES

EVENTOS






OK